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📍FORMADOR E ENFERMEIRO👨‍⚕️
📍PALESTRANTE 🎤
📍INFLUENCER DIGITAL
📍CRIADOR DE CONTEÚDOS DIGITAIS
📍MENTOR

Professor de:
- TÉCNICAS DE ENFERMAGEM;
- FARMACOLOGIA;
- ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA.

“QUEM APRENDE, NÃO SERÁ A MESMA PESSOA"

💊💊💊💊💊"A DOSE FAZ O VENENO." Esta expressão, criada por Paracelso, revolucionou a forma como compreendemos os medicamento...
22/10/2026

💊💊💊💊💊
"A DOSE FAZ O VENENO." Esta expressão, criada por Paracelso, revolucionou a forma como compreendemos os medicamentos, os alimentos e todas as substâncias com que temos contacto diariamente.
Ela ensina que nenhuma substância é, por si só, absolutamente benéfica ou absolutamente tóxica; o que determina se ela irá curar ou causar danos é a quantidade utilizada. Assim, um medicamento pode salvar uma vida quando administrado na dose correta, mas pode tornar-se um agente de intoxicação quando usado de forma inadequada ou em excesso.

Na prática clínica, este princípio representa um dos pilares da segurança do doente. Cada dose prescrita é cuidadosamente calculada para alcançar o efeito terapêutico desejado sem ultrapassar os limites do organismo.

Um erro na dose, seja por excesso ou por insuficiência, pode comprometer todo o tratamento:

💊Doses inferiores podem não produzir o efeito esperado, enquanto doses superiores aumentam significativamente o risco de reações adversas, intoxicações e até de morte. Por isso, médicos, enfermeiros e farmacêuticos devem atuar com rigor técnico, responsabilidade e precisão em todas as etapas da administração de medicamentos.

Mais do que um conceito científico, "A DOSE FAZ O VENENO" é uma lição sobre equilíbrio e responsabilidade.

Este princípio recorda-nos que a diferença entre o remédio e o veneno não está apenas na substância, mas na forma como ela é utilizada. Na saúde, cada miligrama pode representar a fronteira entre a recuperação e a complicação. Respeitar a dose é respeitar a ciência, proteger a vida e garantir que o tratamento cumpra o seu verdadeiro propósito: promover a cura com segurança.



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21/10/2026

Hoje, as 20h. Teremos a continuação da formação dos antibióticos. Falaremos dos MACROLÍDEOS E TETRACICLINAS
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QUEM APRENDE NÃO SERÁ A MESMA PESSOA ✅👏🙏 937 391 375 10 DE NOVEMBRO TEREMOS FORMAÇÃO PRESENCIAL. VEJA NOS COMENTÁRIOS 📍
20/10/2026

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10 DE NOVEMBRO TEREMOS FORMAÇÃO PRESENCIAL. VEJA NOS COMENTÁRIOS 📍

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20/10/2026

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📜 Direito a Certificado de Participação

📍 Local: Cazenga (CUCA)
📅 Data: 10 a 26 de Novembro (Terças e Quintas-feiras)

Horário: AS 9H ATÉ 13H.

💰 Investimento: 12.000 Kz

📱 Inscrições e Informações:
📞 937 391 375 | 941 795 692

🔥 Vagas limitadas! Garanta já a sua participação.

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USO DE MEDICAMENTOS NA GESTAÇÃO: RISCOS E ALERTA AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE.O uso de medicamentos durante a gestação exi...
19/10/2026

USO DE MEDICAMENTOS NA GESTAÇÃO: RISCOS E ALERTA AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE.

O uso de medicamentos durante a gestação exige cautela, pois muitos fármacos atravessam a placenta e podem alcançar o feto, interferindo no seu crescimento e desenvolvimento. Embora algumas medicações sejam necessárias e seguras para tratar condições maternas importantes, outras podem causar malformações congênitas, complicações no parto, baixo peso ao nascer ou alterações no desenvolvimento infantil.
Por isso, gestantes não devem se automedica, incluindo fitoterápicos, medicamentos convencionais e medicamentos “naturais, e devem utilizar somente produtos prescritos por profissional habilitado, nas doses e pelo tempo adequados.

Os riscos variam conforme o período da gestação e o tipo de medicamento. O primeiro trimestre, especialmente entre a 2ª e a 8ª semana após a concepção, é o período mais sensível à teratogenicidade, quando ocorre a formação dos principais órgãos fetais;
Exposições nessa fase podem resultar em defeitos do tubo neural, cardiopatias congênitas, Borto, fenda labial ou palatina e outras malformações. Exemplos de fármacos que exigem grande atenção ou são contraindicados incluem isotretinoína, metotrexato, ácido valpróico, topiramato, tetraciclinas e inibidores da enzima, misoprostol, muitos antibióticos, inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA); os AINEs também devem ser evitados após 20 semanas pelo risco de oligoidrâmnio.

Para "ENFERMEIROS" e "FARMACÊUTICOS", o alerta central é avaliar sempre a relação risco-benefício antes de orientar, dispensar ou administrar qualquer medicamento a uma gestante ou a uma mulher com possibilidade de engravidar. É fundamental investigar se há gravidez confirmada ou suspeita, a idade gestacional, comorbidades, medicamentos de uso contínuo, uso prévio de automedicação e possíveis interações.
A conduta deve priorizar o medicamento mais seguro disponível, na menor dose eficaz e pelo menor tempo necessário, sem interromper tratamentos essenciais — como os de hipertensão, diabetes, epilepsia, HIV ou infecções — sem avaliação profissional, pois a doença materna não controlada também pode prejudicar o feto.

Na prática, o enfermeiro deve reforçar o pré-natal, orientar sobre a importância do ácido fólico, ferro, identificar sinais de automedicação e esclarecer que “natural” não significa seguro.
O "FARMACÊUTICO" deve revisar prescrições, verificar contraindicações e interações, orientar sobre horários, adesão, efeitos adversos e a necessidade de não compartilhar ou interromper medicamentos por conta própria.

QUEM APRENDE NÃO SERÁ A MESMA PESSOA.

ENTÃO, as orientações foram passadas... cumpra com as sua responsabilidade.

📍✅😍👏🙏

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19/10/2026

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18/10/2026

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18/10/2026

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17/10/2026

BOM DIA!🙏☀️

DESEJO UM FELIZ SÁBADO A TODOS.

Já temos a formação presencial SOBRE ENFERMAGEM NA PRÁTICA E FARMACOLOGIA CLÍNICA. NOS COMENTÁRIOS 👇👇INTERPRETAÇÃO DE EX...
16/10/2026

Já temos a formação presencial SOBRE ENFERMAGEM NA PRÁTICA E FARMACOLOGIA CLÍNICA. NOS COMENTÁRIOS 👇👇

INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAS (Introdução)✅

A interpretação de exames laboratoriais consiste na análise sistemática dos resultados obtidos a partir de amostras biológicas, como sangue, urina, fezes ou outros materiais clínicos. Os exames laboratoriais abrangem diferentes áreas, como hematologia, bioquímica, imunologia, microbiologia, parasitologia e urinálise

Esses exames fornecem informações sobre o funcionamento dos órgãos e sistemas do organismo, contribuindo para a identificação de alterações fisiológicas ou patológicas. Entretanto, os resultados NÃO devem ser analisados de forma isolada, pois precisam ser relacionados com a história clínica, os sinais, os sintomas e as condições específicas de cada paciente.

📍🩻PRINCIPAIS OBJETIVOS

Exames laboratoriais é auxiliar na prevenção, triagem, diagnóstico e acompanhamento das doenças. Eles podem ser utilizados para confirmar ou afastar uma suspeita clínica, identificar alterações ainda sem manifestações evidentes, avaliar a gravidade de uma doença, estabelecer prognósticos e monitorizar a resposta do paciente ao tratamento. Além disso, exames periódicos permitem acompanhar a evolução do estado de saúde e avaliar possíveis riscos ou complicações.

Para interpretar corretamente um exame, deve-se inicialmente identificar o tipo de teste realizado, o material analisado, a unidade de medida e o objetivo da solicitação. Em seguida, é necessário comparar o resultado obtido com o intervalo de referência apresentado pelo próprio laboratório. Esses intervalos podem variar de acordo com a metodologia utilizada, os equipamentos, a idade, o s**o, a gravidez e outras características da população avaliada; por isso, não é adequado utilizar valores de referência de fontes diferentes sem considerar essas diferenças.

A análise também deve considerar fatores que podem influenciar os resultados, como jejum inadequado, exercício físico intenso, uso de medicamentos, consumo de álcool, hábitos alimentares, tabagismo, estado de hidratação e condições clínicas preexistentes.

NESSA SÉRIE DESTA AULA, falaremos detalhadamente sobre os seguintes exames:
1. PP ( PESQUISA DE PLASMÓDIO)
2. R.Widal ( REAÇÃO WIDAL)
3. EXAME DE FEZES
4. EXAME DE URINA
5. VHS OU VS (VELOCIDADE SANGUÍNEA)
6. HEMOGRAMA- 🤣 muito táxi 😭
7. GLICEMIA

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.

1. BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas: diretrizes para o cuidado das pessoas com doenças crônicas nas redes de atenção à saúde. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2013. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes%20_cuidado_pessoas%20_doencas_cronicas.pdf. Acesso em: 15 ago. 2026.

2. CAMPBELL, J. M.; CAMPBELL, J. B. Análises clínicas: princípios e interpretação. São Paulo: Manole, 2016.

3. HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais. 22. ed. Barueri: Manole, 2015.

4. MCPHERSON, R. A.; PINCUS, M. R. Henry’s clinical diagnosis and management by laboratory methods. 24. ed. St. Louis: Elsevier, 2021.

5. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Manual de boas práticas laboratoriais. Genebra: Organização Mundial da Saúde, 2011. Disponível em: https://www.who.int/publications. Acesso em: 15 ago. 2026.

6. SOCIEDADE BRASILEIRA DE PATOLOGIA CLÍNICA/MEDICINA LABORATORIAL...

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