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27/09/2026

💪 **O que a força muscular tem a ver com a resistência à insulina?**

O músculo é um dos principais tecidos que utilizam a glicose do sangue. Quando ele se contrai durante o exercício, aumenta a captação de glicose; com a prática regular, o corpo também pode responder melhor à insulina.



A relação entre exercício muscular e captação de glicose é descrita nesta [revisão sobre músculo esquelético e exercício](https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23899560/).

25/09/2026

🫁 **O diafragma também é um músculo. E também pode apresentar fraqueza.**

Quando isso acontece, o paciente pode ter mais dificuldade para respirar, especialmente ao deitar ou durante esforços. No ambiente hospitalar, avaliar a função diafragmática também ajuda a entender as dificuldades que podem surgir durante o desmame da ventilação mecânica.

Mas atenção: **observar a respiração, sozinho, não confirma fraqueza diafragmática**. É preciso reunir os sinais clínicos e, quando indicado, usar medidas específicas para avaliar a função do músculo.

No vídeo, explico o que é fraqueza diafragmática e por que ela merece atenção na avaliação fisioterapêutica. Salve para revisar depois! 📌



A relação entre esforço diafragmático, ventilação mecânica e avaliação específica é descrita em [revisão sobre proteção pulmonar e diafragmática](https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33140181/) e em [estudo sobre disfunção diafragmática na UTI](https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23641946/).

23/09/2026

💪 **Força muscular: você sabe avaliá-la na prática?**

Avaliar a força vai além de observar se o paciente consegue fazer um movimento. É preciso considerar a posição do teste, a amplitude alcançada, a resistência aplicada e se há dor ou compensações.

Mas o número sozinho não conta toda a história: duas pessoas com a mesma graduação podem ter dificuldades bem diferentes nas atividades do dia a dia.

No Reels, mostro o que observar para tornar sua avaliação mais clara e útil na escolha das condutas. Salve para consultar no próximo atendimento hospitalar ! 📌

XXI CIAMI - Curso Internacional de Atualização em Medicina Intensiva. Prazer e honra compor essa mesa ilustre em debates...
12/09/2026

XXI CIAMI - Curso Internacional de Atualização em Medicina Intensiva. Prazer e honra compor essa mesa ilustre em debates atuais e relevantes . Agradeço novamente a comissão .

🏥🧑🏼‍⚕️O paciente parece pronto para sair da ventilação mecânica. Mas você sabe reconhecer o momento certo?O desmame não ...
24/08/2026

🏥🧑🏼‍⚕️O paciente parece pronto para sair da ventilação mecânica. Mas você sabe reconhecer o momento certo?
O desmame não deve ser conduzido por um único número. Índice de Tobin, P0,1 e força muscular respiratória podem complementar a avaliação, mas não substituem a análise clínica global nem o Teste de Respiração Espontânea (TRE).
As orientações brasileiras de 2025 recomendam:
• avaliar diariamente a prontidão para o desmame nos pacientes em VMI por mais de 24 horas;
• controlar a causa que motivou a intubação;
• verificar estabilidade clínica e hemodinâmica, oxigenação adequada e capacidade de iniciar esforços inspiratórios;
• realizar o TRE em PSV, com pressão de suporte de 5–7 cmH₂O e PEEP de 0–5 cmH₂O, durante 30–60 minutos;
• após um TRE bem-sucedido, avaliar também nível de consciência, proteção das vias aéreas, tosse e capacidade de eliminar secreções.
Atenção: passar no TRE indica capacidade de sustentar a respiração espontânea, mas não garante, isoladamente, o sucesso da extubação. Em pacientes com alto risco de falha, a VNI preventiva deve ser considerada imediatamente após a retirada do tubo.
Na prática, o desafio não é apenas decorar valores. É integrar sinais clínicos, mecânica respiratória, troca gasosa, força muscular e risco de falha para tomar uma decisão segura à beira do leito.
No curso Facilitando a Fisioterapia Hospitalar, a professora Vanessa ensina o raciocínio clínico aplicado ao desmame e à extubação. Você não precisa aprender sozinho: além das aulas, há uma comunidade para discutir dúvidas e ganhar mais segurança na assistência.
A melhor forma de se destacar no hospital é dominar aquilo que impacta diretamente a evolução do paciente.
Salve este carrossel e envie para quem também trabalha com pacientes em ventilação mecânica.
Referência: Ferreira JC et al. Orientações práticas de ventilação mecânica baseadas em evidências: sugestões de duas sociedades médicas brasileiras. J Bras Pneumol. 2025;51(1). Acesso ao artigo

22/08/2026

Muito feliz com o convite para participar do XXI CIAMI – Curso Internacional de Atualização em Medicina Intensiva, em uma mesa dedicada à Sepse e Choque Séptico.

Minha participação será nas Top 5 recomendações para liberação do paciente da UTI.

Porque sobreviver à fase crítica é fundamental, mas como esse paciente sai da UTI também importa.

E aqui o fisioterapeuta intensivista tem papel essencial: liberação dos suportes, avaliação respiratória e funcional, mobilização, recuperação da autonomia e transição segura para fora da UTI.

Uma mesa que reforça aquilo que a Terapia Intensiva deve ser: multiprofissional do início à recuperação.

📍 XXI CIAMI | São Paulo
📅 04 de setembro de 2026

21/08/2026

“Fui no SIFR e aprendi que…”

20/08/2026

Fui no SIFR e aprendi que.. 💙

19/08/2026

“Fui no SIFR e aprendi que..”

A prof Vanessa foi no maior congresso de fisioterapia respiratória e vem nos atualizar dos temas mais importante e relevantes.
Fiquem de olho pra vocês atualizarem conosco 🩵💙

Endereço

Angra Dos Reis, RJ

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