04/10/2026
Porque espiritualidade não é fechar os olhos para o mundo.
É estar presente.
É perceber que aquilo que acontece no nosso corpo, na nossa comunidade, na nossa terra e na nossa água também atravessa relações de poder.
É saber que a nossa voz importa.
Que a nossa história importa.
Que os nossos direitos importam.
Que o futuro que construímos também é uma escolha coletiva.
Não precisamos abrir mão da nossa espiritualidade para participar da vida pública.
Não precisamos deixar de ser bruxas para falar de política.
Não precisamos concordar em tudo para defender a possibilidade de cada pessoa pensar, questionar, participar e decidir por si mesma.
Contra o silêncio.
Contra a alienação.
A favor da consciência.
A favor da participação.
A favor da democracia.
Que a nossa magia não seja fuga.
Que seja presença.
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Mulheres Lua