Dra. Kelle Gomes

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Dra. Kelle Gomes 🚺 Médica que cuida da saúde
Hormonal, Sexual e Íntima da Mulher
📍Caratinga-MG | CRM-MG 87767
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02/10/2026

O autoexame já foi vendido como método de rastreamento. Hoje a leitura é outra, e a mudança confunde muita gente.

4 verdades atuais:

1. O autoexame isolado não é considerado método de rastreamento e não substitui a mamografia.
2. O que se recomenda hoje é autoconhecimento: saber como as suas mamas são normalmente, para perceber mudanças.
3. Não precisa de técnica complicada nem de dia fixo obrigatório. Muitas mulheres preferem logo após a menstruação, quando as mamas estão menos sensíveis.
4. Perceber uma alteração e procurar avaliação continua salvando vidas.

O que mudou foi o discurso de que isso bastaria. Conheça as suas mamas e faça o exame de imagem indicado para a sua idade e o seu risco. As duas coisas. E se você não tem uma médica pra falar isso, eu falo.

saudedamulher drakelle

02/10/2026

Pílula do dia seguinte repetida, ejaculação fora, amamentação. Olha onde o risco de engravidar é real e
onde ele é muito baixo.
E se você não tem uma médica pra falar isso, eu falo.

ginecologia drakelle

30/09/2026

Ela evita certas posições, vai ao banheiro três vezes antes de tr***ar e ainda assim tem medo de escapar. E
acha que isso é normal depois de certa idade.
Perder xixi durante a relação tem nome: incontinência co**al. E tem tratamento.

5 motivos que mais aparecem:

1. Assoalho pélvico enfraquecido, muito comum com o passar dos anos e na menopausa.
2. Incontinência urinária de esforço: a pressão da penetração sobre a bexiga provoca o escape.
3. Bexiga hiperativa, em que o orgasmo desencadeia uma contração involuntária da bexiga.
4. Queda do estrogênio na menopausa, que deixa a uretra e os tecidos ao redor mais frágeis.
5. Prolapso, quando a bexiga ou o útero descem e mudam a posição da uretra.

Fisioterapia pélvica, tratamento da bexiga e, em alguns casos, cirurgia resolvem boa parte desses quadros.
Isso não é algo pra aceitar calada nem motivo pra deixar de tr***ar.
E se você não tem uma médica pra falar isso, eu falo.

ginecologia
drakelle

30/09/2026

Faz mais de sessenta anos que a mulher toma hormônio todo dia e engole efeito colateral calada. E toda vez que se fala em método masculino, a conversa morre em “mas dá efeito colateral”. Pois é.

6 verdades:

1. Hoje, os métodos masculinos disponíveis são dois: ca*****ha e vasectomia.
2. Existem pesquisas em andamento com opções hormonais e não hormonais para o homem, com resultados promissores e ainda sem disponibilidade ampla.
3. Um dos motivos históricos de interrupção desses estudos foi justamente a intolerância a efeitos colaterais com os quais a mulher convive há décadas.
4. A vasectomia é um procedimento simples, geralmente ambulatorial, e não altera desejo, ereção nem prazer.
5. A vasectomia não protege de imediato. Existe um período de espera com exame de controle até a confirmação.
6. Desses métodos, só a ca*****ha protege de IST.
Se a família já está completa, essa conversa cabe na mesa. O peso não precisa ser todo seu.

E se você não tem uma médica pra falar isso, eu falo.

*****ha ginecologia drakelle

30/09/2026

Pressão alta, trombose, amamentação, mioma. Nem toda condição proíbe o anticoncepcional, mas
algumas mudam qual método você pode usar. Olha a diferença.
E se você não tem uma médica pra falar isso, eu falo.

ginecologia drakelle

29/09/2026

Aquele som no meio da relação que faz a mulher travar, pedir desculpa e perder o clima inteiro. Não é pum
e não é defeito.

3 motivos:

1. Durante a penetração, o ar entra no canal va**nal e sai com a movimentação. É isso que faz o barulho.
2. Algumas posições, principalmente as que elevam o quadril, e a troca frequente de posição aumentam a
entrada de ar.
3. Com a excitação, a va**na se alonga e se expande. Esse espaço extra acomoda mais ar.

Não tem relação com higiene, com o tamanho da va**na nem com doença.
O que merece avaliação é saída de gases pela va**na fora da relação, porque isso pode indicar outro
problema.
Rir disso junto é bem mais saudável do que parar tudo por vergonha.
E se você não tem uma médica pra falar isso, eu falo.

**na ginecologia drakelle

29/09/2026

A mulher recebe o laudo, lê uma sigla com um número do lado e passa o fim de semana no Google. Vamos traduzir. BI-RADS é uma classif**ação de risco que orienta a conduta.

6 categorias, em linhas gerais:

1. BI-RADS 0: exame incompleto. Precisa de complemento de imagem, não é resultado ruim.
2. BI-RADS 1: nada alterado.
3. BI-RADS 2: achado benigno já caracterizado.
4. BI-RADS 3: achado provavelmente benigno, com chance muito baixa de malignidade, que costuma pedir controle em intervalo curto.
5. BI-RADS 4: achado suspeito, com indicação de biópsia. E a maioria das biópsias por BI-RADS 4 vem benigna.
6. BI-RADS 5: achado altamente suspeito, com investigação imediata.

Quem define a conduta é o seu médico, com o laudo na mão e você na frente. E se você não tem uma médica pra falar isso, eu falo.

saudedamulher drakelle

29/09/2026

Adesivo, injeção, pílula, DIU, ca*****ha. O método só protege do jeito que ele foi feito pra ser usado.
Confere se você está fazendo certo.
E se você não tem uma médica pra falar isso, eu falo.

*****ha ginecologia drakelle

28/09/2026

Ela está há anos com o mesmo parceiro e, quando o exame veio alterado, a primeira reação foi achar que o
laboratório errou.

Relacionamento fechado reduz o risco. Não zera.

4 sinais que merecem testagem mesmo assim:

1. Corrimento diferente, com odor ou cor alterada, que não melhora com o tratamento de sempre.
2. Sangramento depois da relação ou dor no pé da barriga que começou sem explicação.
3. Ferida, bolha ou verruga na região ge***al ou na boca.
4. Ardência ao urinar ou secreção no parceiro.

Algumas ISTs passam anos sem sintoma e só aparecem agora, sem que isso signifique traição recente.

Resultado positivo é motivo pra tratar os dois, não pra condenar ninguém antes da consulta.
E se você não tem uma médica pra falar isso, eu falo.

ginecologia drakelle

28/09/2026

O preventivo veio alterado, o médico pediu colposcopia e a mulher entendeu que tem câncer. Não é isso. Colposcopia é um exame de olhar melhor. Só isso.

5 coisas que acontecem:

1. É colocado o espéculo, como no preventivo comum.
2. O colposcópio é aproximado. Ele f**a fora do corpo: é uma lente de aumento, não entra em você.
3. São aplicadas soluções no colo do útero que destacam áreas com alteração. Pode arder um pouco.
4. Se aparecer área suspeita, pode ser feita uma biópsia: um fragmento pequenininho, com dor semelhante a uma cólica rápida.
5. Você vai para casa em seguida. Pode haver leve sangramento por alguns dias.

Alteração no preventivo, na maioria das vezes, é lesão que ainda não é câncer e que pode ser tratada antes de virar. E se você não tem uma médica pra falar isso, eu falo.

saudedamulher drakelle

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