Prazer em Saber

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Prazer em Saber Indicações de livros, cursos e eventos sobre sexualidade humana. Por isso, resolvi criar uma rede, para partilhar um pouco mais sobre estes saberes!

Esta ideia começou a ser construída a partir de uma reflexão que tive no XVI Congresso da Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana ( ). Falar sobre sexualidade ainda é um tabu em nossa sociedade e muitas vezes não encontramos, com facilidade, um lugar para partilharmos informações científicas sobre a sexualidade, principalmente em sua interface com a Psicologia. Como uma amante por livros; apaixonadamente Psicologia e Sexualidade espero poder compartilhar informações que visem diminuir mitos e preconceitos, bem como possibilite o crescimento de saberes diante da Sexualidade Humana
-vindo

Além  dos aprendizados, o XX Congresso Brasileiro de Se/ualidade Humana permitiu tantos encontros incríveis  🤍
17/09/2026

Além dos aprendizados, o XX Congresso Brasileiro de Se/ualidade Humana permitiu tantos encontros incríveis 🤍

Quando uma pessoa chega dizendo que “não consegue goz@r”, a tendência éimaginar uma questão pontual, localizada, quase t...
08/09/2026

Quando uma pessoa chega dizendo que “não consegue goz@r”, a tendência é
imaginar uma questão pontual, localizada, quase técnica. Mas, na prática clínica,
essa queixa raramente fala só de org@smo.
Ela pode envolver vergonha, desconhecimento do próprio corpo, ansiedade de
desempenho, monitoramento excessivo, medicações, depressão, crenças rígidas,
educação em sexualidade precária, relação empobrecida com o prazer, dificuldades
de comunicação com a parceria e roteiros se/uais organizados em torno do
desempenho.
Em alguns casos, a dificuldade org@stica funciona quase como uma porta de
entrada para questões mais amplas da vida se/ual e relacional. Por isso, tratar essa
queixa de maneira cuidadosa não é apenas buscar um recurso para “fazer a
paciente goz@r”, mas compreender que lugar o prazer ocupa (ou não ocupa)
naquela história.
Fernanda Bonato | Psicóloga (CRP 08/10734)
Doutora e Mestre em Psicologia | Especialista Se/ualidade Humana e em Terapia
Se/ual | Terapia individual e de casaiS

Muito feliz por ter escrito o capítulo intitulado “As tarefas de casa na terapia se/ual” no livro organizado pelo Oswald...
31/08/2026

Muito feliz por ter escrito o capítulo intitulado “As tarefas de casa na terapia se/ual” no livro organizado pelo Oswaldo Rodrigues e para Carla Zeglio - psicóloga “Se.ualidade, clínica e transformação na prática contemporânea” ao lado de pessoas tão competentes da se.ualidade brasileira.

Quando uma pessoa chega dizendo que “não consegue goz@r”, a tendência éimaginar uma questão pontual, localizada, quase t...
06/08/2026

Quando uma pessoa chega dizendo que “não consegue goz@r”, a tendência é
imaginar uma questão pontual, localizada, quase técnica. Mas, na prática clínica, essa
queixa raramente fala só de org@smo.
Ela pode envolver vergonha, desconhecimento do próprio corpo, ansiedade de
desempenho, monitoramento excessivo, medicações, depressão, crenças rígidas,
educação em sexualidade precária, relação empobrecida com o prazer, dificuldades
de comunicação com a parceria e roteiros se/uais organizados em torno do
desempenho.
Em alguns casos, a dificuldade org@stica funciona quase como uma porta de entrada
para questões mais amplas da vida se/ual e relacional. Por isso, tratar essa queixa de
maneira cuidadosa não é apenas buscar um recurso para “fazer a paciente goz@r”,
mas compreender que lugar o prazer ocupa (ou não ocupa) naquela história.
Fernanda Bonato | Psicóloga (CRP 08/10734)
Doutora e Mestre em Psicologia | Especialista Se/ualidade Humana e em Terapia
Se/ual | Terapia individual e de casais

Quando a sexualidade aparece na clínica, ela ainda é frequentemente reduzida à ideiade função: er.ção, lubrific.ção, dor...
30/06/2026

Quando a sexualidade aparece na clínica, ela ainda é frequentemente reduzida à ideia
de função: er.ção, lubrific.ção, dor, org/smo, desejo, frequência.
Tudo isso importa, claro. Mas saúde se/ual não se resume a funcionamento.

🤍 Falar em bem-estar se/ual também envolve considerar segurança, respeito, autonomia, autoestima, vínculo, prazer, comunicação, contexto relacional e a possibilidade de viver a se/ualidade sem coerção, vergonha ou sofrimento evitável.

Essa diferença é importante porque muda o tipo de escuta que fazemos.

Quando olhamos apenas para a função, corremos o risco de reduzir a se/ualidade a
um desempenho corporal. Já quando ampliamos para o bem-estar sexual, passamos
a perguntar também:
* Essa pessoa se sente segura?
* Há espaço para prazer?
* Há liberdade para comunicar limites e desejos?
* Há respeito pelo próprio corpo e pela própria experiência?

Nem sempre a principal questão é “o corpo está funcionando?”. Às vezes, a pergunta
mais importante é: como essa pessoa está vivendo a própria se/ualidade?

Fernanda Bonato | Psicóloga (CRP 08/10734)
Doutora e Mestre em Psicologia | Especialista Se/ualidade Humana e em Terapia
Se/ual | Terapia individual e de casais

💭 No que você tem prestado atenção? Fonte: Blonna, R. S*x ACT: unleash the power of your sexual mind with acceptance &co...
11/06/2026

💭 No que você tem prestado atenção?

Fonte: Blonna, R. S*x ACT: unleash the power of your sexual mind with acceptance &
commitment therapy. Charleston: CreateSpace, 2012

Sempre lembre do que você tem ; 😉Fonte: Gaigher, Fernanda. Um anjo sussurrou no meu ouvido: cartas ao amanhã. Curitiba:M...
06/06/2026

Sempre lembre do que você tem ; 😉

Fonte: Gaigher, Fernanda. Um anjo sussurrou no meu ouvido: cartas ao amanhã. Curitiba:
Matrescência, 202

Em contextos de trabalho intenso, especialmente em profissões que envolvem cuidar de outras pessoas, muitas vezes nos ac...
01/06/2026

Em contextos de trabalho intenso, especialmente em profissões que envolvem cuidar de outras pessoas, muitas vezes nos acostumamos a lidar com sofrimento, pressão e
responsabilidade constantes. Com o tempo, porém, esse acúmulo pode começar a cobrar
um preço emocional.

Nem sempre o burnout aparece de forma abrupta. Muitas vezes ele surge aos poucos,
através de sinais que podem passar despercebidos no dia a dia.

“Como sabemos que atingimos o ponto de burnout? Em geral, há sinais como ficar
distraído, com raiva, irritado, inquieto ou evitando as pessoas, tendo dificuldade para dormir ou experimentando pensamentos angustiantes e inoportunos.” (Neff, 2019, p. 134)

Esses sinais não significam fraqueza ou falta de preparo. Eles dizem respeito aos limites
humanos diante do contato contínuo com o sofrimento, a pressão ou a sobrecarga
emocional.

“Os seres humanos são limitados no quanto de sofrimento pelos outros eles podem suportar
sem ficarem sobrecarregados.” (Neff, 2019, p. 134)

Por isso, estratégias de cuidado consigo mesmo não devem ser vistas como luxo ou egoísmo, mas como parte fundamental da saúde mental e da sustentabilidade do trabalho
ao longo do tempo.

“Outro ponto de conselho dado para prevenir o bournout é envolver-se em atividades de
autocuidado. Essas atividades normalmente envolvem fazer exercícios, comer bem, passar
algum tempo com amigos ou tirar férias.” (Neff, 2019, p. 134)

Reconhecer limites, descansar e cuidar de si mesmo não diminui o compromisso com o
trabalho ou com o outro. Na verdade, muitas vezes é justamente o que permite continuar
presente sem se esgotar completamente.

Fonte: Neff, Kristin, Manual de mindfulness e autocompaixão: um guia para construir forças
internas e prosperar na arte de ser seu melhor amigo. Porto Alegre: Artmed, 2019.

Fernanda Bonato | Psicóloga (CRP 08/10734)
Doutora e Mestre em Psicologia | Especialista Se/ualidade Humana e em Terapia Se/ual |
Terapia individual e de casais

Você tem respeitado/a a si mesmo/a?Fonte: Neff, Kristin, Manual de mindfulness e autocompaixão: um guia para construir f...
23/05/2026

Você tem respeitado/a a si mesmo/a?

Fonte: Neff, Kristin, Manual de mindfulness e autocompaixão: um guia para construir forças
internas e prosperar na arte de ser seu melhor amigo. Porto Alegre: Artmed, 2019.

Fernanda Bonato | Psicóloga (CRP 08/10734)
Doutora e Mestre em Psicologia | Especialista Se/ualidade Humana e em Terapia Se/ual |
Terapia individual e de casais

“Boa parte do nosso sofrimento surge na relação com os outros. (...) A boa notícia é que boa parte do nosso sofrimento n...
27/04/2026

“Boa parte do nosso sofrimento surge na relação com os outros. (...) A boa notícia é que boa parte do nosso sofrimento nos relacionamentos é desnecessária e pode ser prevenida pelo cultivo de uma relação amorosa com nós mesmos.
Há pelo menos dois tipos de dor relacional. Uma dor é da conexão - quando aqueles com quem nos importamos estão sofrendo.
O outro tipo é a dor da desconexão - quando experimentamos perda ou rejeição e nos sentimos magoados, com raiva ou sozinhos.
(...)
Se você está irritado com seu parceiro, mas tenta esconder isso, por exemplo, seu parceiro geralmente irá detectar a sua irritação. Ele pode perguntar: “Você está bravo comigo?. Mesmo que você negue, seu parceiro vai sentir irritação; isso vai afetar o humor dele, levando a um tom de voz irritado. Você, por sua vez, vai sentir isso e ficar ainda mais irritada, e as suas respostas terão um tom mais áspero, e assim continua o ciclo.” (Neff, 2019, p. 125)

Mas o que fazer diante disso?
Muitas vezes tentamos esconder emoções difíceis para evitar conflito. O problema é que sentimentos não desaparecem apenas porque não são nomeados, eles continuam presentes e acabam se manifestando de outras formas.
Em muitos relacionamentos, interromper esses ciclos começa com um movimento simples, mas nem sempre fácil: reconhecer o que estamos sentindo e criar espaço para falar sobre isso com mais honestidade.

Fonte: Neff, Kristin, Manual de mindfulness e autocompaixão: um guia para construir forças internas e prosperar na arte de ser seu melhor amigo. Porto Alegre: Artmed, 2019.

Fernanda Bonato | Psicóloga (CRP 08/10.734)
Doutora e Mestre em Psicologia | Especialista Se.ualidade Humana e em Terapia Se.ual | Terapia individual e de casais

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