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🎙️ Uma boa dica para quem busca um conteúdo voltado ao cuidado emocional das mulheres: o Bem-Viver, da psicóloga Andréa ...
09/10/2026

🎙️ Uma boa dica para quem busca um conteúdo voltado ao cuidado emocional das mulheres: o Bem-Viver, da psicóloga Andréa Gradvohl. O podcast propõe conversas sobre reencontro consigo mesma, escolhas, caminhos, rotina e construção de uma vida que faça sentido por dentro e por fora. Os episódios são publicados a cada 15 dias, aos sábados. Vale acompanhar e incluir na sua lista de escuta do Spotify.

Encerrar o expediente não signif**a que a mente encerrou junto. Repassar tarefas, pensar no que ficou pendente, checar m...
08/10/2026

Encerrar o expediente não signif**a que a mente encerrou junto. Repassar tarefas, pensar no que ficou pendente, checar mensagens fora do horário e antecipar problemas do dia seguinte pode manter o corpo em estado de alerta mesmo durante o descanso.

Se essa dificuldade é frequente e começa a afetar sono, irritabilidade ou relações, vale olhar com mais atenção para a forma como o trabalho está ocupando sua rotina. Algumas atitudes ajudam: definir um horário real de encerramento, evitar notif**ações de trabalho fora dele, anotar pendências antes de fechar o dia e criar um ritual de transição entre trabalho e vida pessoal.

Orientações da psicóloga Andrine Guimarães Coelho - CRP -11/10251 | Andrine Guimarães Coelho

Um diagnóstico de câncer pode mexer com muitas dimensões da vida ao mesmo tempo: medo, rotina, imagem corporal, relações...
07/10/2026

Um diagnóstico de câncer pode mexer com muitas dimensões da vida ao mesmo tempo: medo, rotina, imagem corporal, relações, trabalho, planos e a própria sensação de segurança. A psicoterapia pode oferecer um espaço para elaborar tudo isso sem a obrigação de “ser forte o tempo todo”. Também pode ajudar a lidar com a ansiedade diante de exames, as mudanças provocadas pelo tratamento, as incertezas sobre o futuro e os impactos emocionais que aparecem ao longo desse processo.

No Outubro Rosa, vale lembrar: o cuidado não precisa se limitar ao corpo. A saúde emocional também merece atenção durante o diagnóstico, o tratamento e a recuperação. Buscar apoio psicológico signif**a ter um espaço para atravessar uma experiência difícil com mais suporte, compreensão e recursos para lidar com o que vier.

06/10/2026

Nem toda relação tóxica começa com agressões evidentes. Muitas vezes, os sinais aparecem quando você passa a duvidar do que sente, se culpa por tudo, se afasta de pessoas importantes e começa a viver tentando evitar conflitos.

No vídeo, a psicóloga Marcia Cipriano | Psicóloga e Facilitadora de Biodança fala sobre alguns desses sinais e reforça um ponto essencial: relações assim dificilmente mudam apenas com esforço de quem está sofrendo. Buscar apoio psicológico e se reaproximar de pessoas de confiança pode ser um passo importante para compreender o que está acontecendo e recuperar autonomia sobre a própria vida.

Reconhecer os sinais não é exagero. É cuidado.

Relacionamentos abusivos nem sempre começam com agressões evidentes. Muitas vezes, o ciclo aparece em forma de controle,...
05/10/2026

Relacionamentos abusivos nem sempre começam com agressões evidentes. Muitas vezes, o ciclo aparece em forma de controle, ciúme excessivo, isolamento, humilhações, chantagem emocional, ameaças e pedidos de desculpas que são seguidos por novas agressões.

Um sinal importante é perceber se você começou a mudar comportamentos por medo da reação da outra pessoa: evita assuntos, deixa de ver amigos, pede autorização para coisas simples ou sente que precisa medir cada palavra. Reconhecer esse padrão é um passo importante. Apoio psicológico e uma rede de confiança podem ajudar a organizar o que está acontecendo e pensar em caminhos mais seguros.

Orientação da psicóloga Ivanda Séfora de Magalhães Medina (CRP-114873) seforaivandamedina.
Agende um horário com o profissional pelo WhatsApp: (85) 9.8893.7888

Evitar algo que gera medo costuma produzir alívio imediato. É justamente esse alívio que pode transformar a evitação em ...
02/10/2026

Evitar algo que gera medo costuma produzir alívio imediato. É justamente esse alívio que pode transformar a evitação em um ciclo difícil de romper. A pessoa deixa de ir a uma festa porque teme ser julgada, evita dirigir porque tem medo de passar mal, não entra em determinados lugares por receio de ter uma crise ou começa a depender de alguém para realizar atividades que antes fazia sozinha.

No curto prazo, evitar parece funcionar. No longo prazo, o cérebro aprende que aquela situação só foi suportável porque ela foi evitada. Com isso, o medo tende a se manter ou até aumentar. Esse padrão pode aparecer em ansiedade social, transtorno de pânico, agorafobia, fobias específ**as e outros quadros ansiosos.

Um sinal importante é perceber se o medo começou a limitar escolhas: recusar oportunidades, abandonar atividades, mudar rotinas ou depender cada vez mais de estratégias para se sentir seguro. Na psicoterapia, o trabalho não é simplesmente “mandar enfrentar o medo”, mas compreender o padrão de ansiedade e construir, de forma gradual e segura, novas maneiras de responder às situações evitadas.

Danielle Rocha Gadelha Menescal
Psicóloga – CRP 11/02156
Danielle Rocha

Informações e agendamentos pelo WhatsApp: (85) 9 9925-2506

A ansiedade na convivência social é identif**ada quando o encontro com o outro passa a ser vivido como ameaça. Antes mes...
01/10/2026

A ansiedade na convivência social é identif**ada quando o encontro com o outro passa a ser vivido como ameaça. Antes mesmo de uma situação acontecer, a pessoa antecipa possibilidades: passar vergonha, não saber o que dizer, ser julgada ou deixar transparecer seu nervosismo. Durante o encontro, em vez de simplesmente estar com o outro, pode permanecer excessivamente atenta a si mesma, ao modo como fala, age e imagina estar sendo percebida.

Depois, essa experiência pode continuar presente por meio de uma retomada insistente do que aconteceu. Falas, gestos, silêncios e expressões são revisitados na tentativa de descobrir se algo revelou inadequação. Aos poucos, o receio do olhar do outro pode restringir escolhas e favorecer o afastamento de situações que poderiam ser importantes e signif**ativas.

A psicoterapia não busca transformar alguém em uma pessoa extrovertida ou ensinar uma maneira “correta” de estar com os outros. O caminho terapêutico é compreender como essa pessoa vive seus encontros, seus medos e o olhar do outro, ampliando sua possibilidade de estar presente nas relações com maior liberdade, autenticidade e abertura para aquilo que cada encontro pode oferecer.

Orientações do psicólogo Armando Sérgio Emerenciano de Melo - CRP 11-343 (Armando Melo)

Agende um horário com o profissional pelo WhatsApp: (85) 9.8827.0856

Podem, e essa associação é relativamente comum. O desafio é que alguns sintomas podem se parecer e, por isso, ser confun...
30/09/2026

Podem, e essa associação é relativamente comum. O desafio é que alguns sintomas podem se parecer e, por isso, ser confundidos.

No TDAH, as dificuldades de concentração costumam estar relacionadas à regulação da atenção e a funções executivas, como memória de trabalho, organização, planejamento e controle inibitório. Na ansiedade, a concentração pode diminuir porque a atenção f**a frequentemente direcionada para preocupações, antecipações e pensamentos repetitivos.

A procrastinação também pode ter origens diferentes. No TDAH, pode haver dificuldade para iniciar, organizar e concluir tarefas. Na ansiedade, a pessoa pode adiar uma atividade por medo de errar, de ser julgada ou de não conseguir realizá-la como gostaria.

Quando os dois quadros coexistem, as dificuldades podem se intensif**ar. Esquecimentos, atrasos e problemas de organização podem aumentar a ansiedade; e a ansiedade, por sua vez, pode dificultar ainda mais a concentração, o planejamento e a execução das tarefas.

Por isso, uma avaliação adequada não deve considerar apenas a “falta de atenção”. É importante compreender quando os sintomas começaram, em quais contextos aparecem, o que tende a desencadeá-los e como repercutem no funcionamento cotidiano.

Orientações da psicóloga e neuropsicóloga
Cristiane Francisca Sobreira Capibaribe
CRP 11/1830 – Cristiane Francisca Sobreira Capibaribe

Irritabilidade frequente merece atenção quando deixa de ser uma reação pontual e passa a fazer parte da rotina. Ela pode...
29/09/2026

Irritabilidade frequente merece atenção quando deixa de ser uma reação pontual e passa a fazer parte da rotina. Ela pode estar presente em quadros de ansiedade, depressão, TDAH, transtorno bipolar, estresse crônico e alterações importantes do sono, mas também pode ter relação com condições clínicas, uso de substâncias ou medicamentos. Por isso, irritabilidade por si só não fecha diagnóstico.

Alguns sinais ajudam a perceber quando vale investigar: aumento das discussões, dificuldade de tolerar pequenos imprevistos, explosões desproporcionais, arrependimento depois das reações, prejuízo nos relacionamentos ou sensação de estar “no limite” quase todos os dias.

Também importa observar se houve mudança em relação ao funcionamento habitual. Uma pessoa que sempre foi mais impaciente é diferente de alguém que, nas últimas semanas ou meses, passou a reagir de forma muito mais intensa. Quando a irritabilidade se torna persistente, o foco não deve ser apenas “controlar a raiva”, mas entender o que está sustentando esse estado.

Nem sempre conseguimos identif**ar com clareza se estamos tristes, com raiva, frustrados, ansiosos ou com medo. Em algun...
28/09/2026

Nem sempre conseguimos identif**ar com clareza se estamos tristes, com raiva, frustrados, ansiosos ou com medo. Em alguns casos, percebemos primeiro os efeitos no corpo ou no comportamento: aperto no peito, tensão, vontade de se isolar, irritação ou choro sem conseguir explicar exatamente o motivo.

Essa dificuldade de reconhecer e nomear estados emocionais pode aparecer em diferentes contextos e, quando é persistente, pode interferir diretamente na forma como a pessoa comunica necessidades, estabelece limites e reage aos acontecimentos.

Na psicoterapia, um dos trabalhos possíveis é justamente ampliar esse repertório emocional: reconhecer o que aconteceu, perceber o que foi sentido, identif**ar como o corpo respondeu e compreender qual necessidade estava presente naquele momento. Quanto mais clara f**a essa leitura, menor a chance de a emoção aparecer apenas como explosão, afastamento ou sofrimento difícil de compreender.

Orientação do psicólogo Márcio Acselrad - CRP 11-936 - Marcio Acselrad

Agendamento de consulta: (85) 9.8898.7970

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Avenida Washington Soares, 3663. WSTC, Torre 1, Sala 514
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