Psicóloga Michelly Ribeiro

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Nesta *segunda (31/08), às 21h*, o meu Canal do YouTube *Café com Psicologia* terá uma live sobre a *Superdotação e o Pr...
29/08/2026

Nesta *segunda (31/08), às 21h*, o meu Canal do YouTube *Café com Psicologia* terá uma live sobre a *Superdotação e o Propósito de Inspirar*, com a participação de *Leandro Sosi* (Empreendedor e Artista).

Esta live faz parte da *série "Superdotados"*, composta por vários bate-papos com pessoas identif**adas com AHSD (Altas Habilidades e Superdotação) abordando temas diversos sobre o próprio processo de descoberta e como lidam com a vida pós identif**ação.

28/08/2026

Entrevista completa sobre o dia do Psicólogo na CBN Foz do Iguaçu sob o comando de Cris Loose e Guilherme Wojciechowski

27/08/2026. Entrevista sobre o dia do Psicólogo.
27/08/2026

27/08/2026. Entrevista sobre o dia do Psicólogo.

Você sabia que no dia 10 de agosto é comemorado o Dia Internacional da Superdotação? O dia serve para conscientizar a so...
10/08/2026

Você sabia que no dia 10 de agosto é comemorado o Dia Internacional da Superdotação?

O dia serve para conscientizar a sociedade e combater mitos comuns sobre o tema.

Origem: Instituído em 2011, em Praga, na República Tcheca.

Objetivo: Apoiar ações educacionais e inclusivas para estudantes com altas habilidades.

Mito comum: Achar que o superdotado tem ótimo desempenho em todas as matérias escolares. Nem sempre isso ocorre, pois muitos podem apresentar dificuldades ou desinteresse sem o estímulo correto.

Sem o estimulo adequado na infância, a principal consequência é se tornar um adulto com baixa autoeficácia, podendo ter sintomas depressivos e sem usar todas as suas capacidades como poderia, contribuindo para a sociedade.

Neste sábado (08/08), às 18h30, o meu Canal do YouTube Café com Psicologia terá uma live sobre a Hipersensibilidade e Es...
05/08/2026

Neste sábado (08/08), às 18h30, o meu Canal do YouTube Café com Psicologia terá uma live sobre a Hipersensibilidade e Espiritualidade na Superdotação Profunda, com a participação de Cecília Ottoni (Superdotada profunda, economista e terapeuta vibracional).

Esta live faz parte da série "Superdotados", composta por vários bate-papos com pessoas identif**adas com AHSD (Altas Habilidades e Superdotação) abordando temas diversos sobre o próprio processo de descoberta e como lidam com a vida pós identif**ação.

Segue link da live deste sábado:
https://www.youtube.com/live/QhXCV9-hSMc?si=MITY_sDQsfimFxbQ

Nesta quarta-feira (29/07), às 19h30, o meu Canal do YouTube Café com Psicologia terá uma live sobre o Multiverso da Sup...
28/07/2026

Nesta quarta-feira (29/07), às 19h30, o meu Canal do YouTube Café com Psicologia terá uma live sobre o Multiverso da Superdotação, com a participação de Div Camara (jornalista, publicitário, locutor, dublador, escritor, coach e mentor de comunicação).

A ideia é iniciar a série "Superdotados" com vários bate-papos com pessoas identif**adas com AHSD (Altas Habilidades e Superdotação), abordando temas diversos sobre o próprio processo de descoberta e como lida com a vida pós identif**ação.

08/03/2026

A MULHER QUE EU SOU
(texto de Michelly Ribeiro - 08/03/2026)

A mulher que eu sou é de verdade: se sustenta com a própria força nas batalhas diárias, mas também vive paradoxos, chorando e também precisando de ajuda.
Sempre fui aquela que buscou ser independente de todas as formas e jeitos, mas minha intensidade me fez falhar em muitos aspectos dessa tal independência. O tempo me fez entender que a nossa maior fortaleza é sermos interdependentes, afinal, ninguém consegue ser feliz sozinho nessa vida.
Claro que por trás de tudo isso sempre há máscaras de defesas que, supostamente, nos protegem da dor que o outro pode nos causar...
Mas, eu já transformei toda essa intensidade e sensibilidade em poesias, livros, projetos profissionais e não profissionais, e em diversas histórias de vida que coleciono, porque eu sempre entendi que estamos aqui para viver, ser feliz, aprender e ensinar. A vida é muito curta pra desperdiçar não deixando nossa marca na vida das pessoas.
Sempre busquei o conhecimento de tudo aquilo que me interessa. Nunca me contentei com a explicação de um único profissional, por mais especialista que fosse em determinada área. Sempre fui além. Isso vale pra quando me interesso por um simples hobby (dança), musculação, autoconhecimento em geral. Se descubro algo novo, me debruço naquilo e aquilo vira minha maior obsessão (hiperfoco mesmo), mas acabo me tornando especialista sem que as pessoas entendam como. Há pouco descobri que isso é obra do AHSD (altas habilidades e superdotação), que pouquíssimas pessoas sabem como funciona e também é um lugar em que as mulheres também pouco aparecem.
Sendo assim, eu não amo pouco e nem pela metade. Eu amo muito e com intensidade: isso vale pra pessoas e interesses. Me jogo de cabeça em tudo aquilo que me proponho e me dá prazer. Sou inteira, entregue, plena. Observo detalhes que a maioria não vê.
(...) - texto completo no vídeo.

06/03/2026

A dor do amor impossível
(Texto de Michelly Ribeiro)

E como falar sobre os amores impossíveis?
Não quero aqui romantizar as relações e nem estimular o improvável de acontecer. Mas, afinal, os maiores romances da história e as músicas que mais marcam são justamente as que contam histórias de intensidade e entrega que, por algum motivo, acabam.

Não são histórias irreais! Afinal, os poetas escrevem como uma catarse do que vivem.

Mas, essa dor do amor impossível, ou do amor que não acontece é real. Ela existe. Eu já senti, e o tempo todo escuto essas histórias no consultório.

Mas, será que amar dói mesmo? O amor verdadeiro é leve, tranquilo. Se dói, signif**a que tem algo ali além do amor – mais negativo – tipo um apego ansioso, evitativo ou ambivalente. Até uma resistência, repressão, bloqueio, causada por traumas.
O fato é que o amor não dói.

O amor em si liberta. Quando o amor é maduro, deixamos o objeto amado livre.

Na prática, o que a gente vê são pessoas se abandonando antes do amor acontecer. Quando acontece um lapso do destino alinhar histórias bonitas, boom! Ou a pessoa se afasta por medo de reviver traumas não superados, ou falta maturidade pra encarar os desafios daquela relação. Porque, não dá para se enganar: relacionamentos saudáveis exigem entrega.

Pra quem decide ir, geralmente é uma fuga, uma alternativa para algo que não se escolheu viver agora, por incapacidade, há muitas possibilidades. Mas, e pra quem f**a? E pra quem consegue enxergar possibilidade real da relação acontecer sem que o outro também queira?
A dor se assemelha a um luto, uma perda muito grande. É como se o “e se desse certo” se sobrepusesse a tudo o que pudesse dar errado. É como se o “e se” doesse muito mais do que 10 anos de relacionamento em que se tentou de tudo e não funcionou.

É uma dor comum hoje em dia, pelo medo do início que leva muita gente a fugir. Pra quem f**a, f**a junto a esperança do reencontro, a dor do inesperado, as ilusões dos cenários de fantasia e lembranças que só foram boas até então.

Talvez, pra quem f**a, a maior dica necessária seja a de se voltar para si mesmo. (...) - texto completo no vídeo e no Youtube.

Quantas histórias eu escuto por dia?Eu lido com cada uma delas como se fossem enigmas a serem desvendados dentro da intr...
05/03/2026

Quantas histórias eu escuto por dia?

Eu lido com cada uma delas como se fossem enigmas a serem desvendados dentro da intraconsciencialidade complexa humana, buscando colocar uma lupa em sutilezas não vistas pela própria pessoa.

Quando um homem ou uma mulher chega em meu consultório trazendo raízes de um sofrimento tão profundo, eu lido com isso como se fosse uma perita das feridas emocionais, buscando destrinchar os mínimos detalhes de uma narrativa, não querendo somente aliviar a dor do momento, mas tocar em possíveis reflexões que farão diferença em futuras decisões de vida... decisões de destino.

Olha a responsabilidade!

Essas mesmas decisões que afetam outros destinos, de outras pessoas que estão envolvidas nessa história que eu estou escutando.

O papel do Psicólogo não é dar conselhos, mas desatar nós profundos, com técnica mas, acima de tudo, usando a própria humanidade e sensibilidade.

Eu enxergo o amor na dor do outro. As pessoas sofrem porque amam de jeitos diferentes, porque aprenderam assim. Mas a maioria se esquece de si mesmo nesse processo.

O outro passa a ser personagem principal da história que é nossa, da vida que é nossa. E vivemos na ilusão de que temos controle do outro quando, na verdade, esse outro é figurante da nossa vida... ou deveria ser. E o sofrimento surge daí...

E eu, perita das emoções, me obrigo a não permitir que meu paciente saia do consultório sem pelo menos f**ar melhor do que entrou... mesmo que perceba essa melhora daqui meses ou anos... mas que minhas palavras e técnicas possam tocá-lo profundamente a ponto de me dizer — como já escutei tantas vezes esse feedback: "...quando aconteceu aquilo, lembrei do que você me disse e fez uma diferença enorme pra mim."

Sou muito grata pela profissão que escolhi! 🥰💗💗💗

Michelly Ribeiro

01/03/2026

Recado para mulheres solteiras.. 💃

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