Dra. Renata Barbosa

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Dra. Renata Barbosa Neurologista em Joinville
CRM-SC 20230 | RQE 11759
"Não existe saúde sem sono de qualidade"

26/10/2026

Esquecimento ou noite mal dormida?

Envie este vídeo para alguém que vive dizendo que a memória não é mais a mesma.

Esquecer, perder a concentração e precisar anotar tudo nem sempre aponta para Alzheimer. Muitas vezes o problema está no sono.

A apneia, a insônia e a privação de sono atrapalham a atenção, a consolidação do que aprendemos e a limpeza do cérebro que acontece durante a noite.

Por isso, diante de queixas de memória, eu avalio também o que acontece quando você vai dormir.

Salva esse post. É o tipo de coisa que você vai adiar ler, e aí já entendeu o problema.Ela não adia só o difícil. Adia r...
21/10/2026

Salva esse post. É o tipo de coisa que você vai adiar ler, e aí já entendeu o problema.

Ela não adia só o difícil. Adia responder uma mensagem, marcar uma consulta, guardar três peças de roupa. O tamanho da tarefa não explica a resistência.

No TDAH, começar custa mais do que fazer. É capaz de fazer coisas extremamente complexas, e trava no simples. A pessoa sabe a importância, prevê a consequência e mesmo assim trava no primeiro movimento. Sono ruim alarga esse intervalo.

Isso não é preguiça, é a função executiva que precisa de um empurrão para sair da inércia. E função executiva responde a estrutura, não a cobrança.

3 ajustes que mudam o jogo:

1. Troque intenção por comando claro: “Organizar o relatório” é abstrato. “Abrir o arquivo e escrever três tópicos” é o passo a passo para a execução. Dê o primeiro pequeno passo.
2. Planeje para o seu pior dia, não para o melhor. Lista curta, horário com margem, lembrete visível.
3. Automatize o que se repete. Modelo pronto, resposta salva, etapa na agenda. Cada decisão a menos é um início a menos.

Culpa não é combustível. Ela só aumenta o peso de começar.

Qual tarefa pequena você está adiando agora? Escreve aqui. Nomear já é o primeiro pequeno passo.

“É menopausa ou TDAH”:Salva esse post para reler e pensar sobre isso se você já teve essa dúvida. Ao longo da vida escut...
13/10/2026

“É menopausa ou TDAH”:
Salva esse post para reler e pensar sobre isso se você já teve essa dúvida.

Ao longo da vida escutou frases como “tanto potencial, se esforçasse mais”, ou que “vivia no mundo da lua”. Foi seguindo com alguns tropeços, recomeços e estratégias para tentar se organizar melhor.

Mas depois dos 40, de repente (ou não tanto assim), mesmo com todo esforço parece não dar conta mais. Sente que precisa se esforçar bem mais para organizar, listar, executar, lembrar, transicionar entre as funções de diferentes áreas da vida.

Ir na academia, estudar, controlar as finanças, planejar o futuro, cuidar da casa, do cabelo, de filhos, de pais, encontrar com as amigas, do relacionamento.... se sente exausta, e trava em pequenas coisas antes mesmo de começar.

Aos 43, o sistema cansou. Não por falta de inteligência ou capacidade, mas por falta de margem.

O TDAH não nasce na menopausa, mas a transição neuro-endócrina acrescenta outras camadas, e o que vinha compensado, ou mascarado ao longo dos anos, pode se revelar.

Mas nem tudo é TDAH.

E também não dá para colocar a culpa de tudo nos hormônios.

Por isso na avaliação da mulher que sente que “a cabeça não está funcionando” após os 40 deve ir além.

E essa é uma janela de oportunidade especial, seja para o diagnóstico do TDAH, mas também para o cuidado da saúde cerebral.

Conhece alguém que “sempre foi assim” e agora não dá mais conta? Manda esse post pra ela.

“É menopausa ou TDAH”:Salva esse post para reler e pensar sobre isso se você já teve essa dúvida. Ao longo da vida escut...
13/10/2026

“É menopausa ou TDAH”:
Salva esse post para reler e pensar sobre isso se você já teve essa dúvida.

Ao longo da vida escutou frases como “tanto potencial, se esforçasse mais”, ou que “vivia no mundo da lua”. Foi seguindo com alguns tropeços, recomeços e estratégias para tentar se organizar melhor.

Mas depois dos 40, de repente (ou não tanto assim), mesmo com todo esforço parece não dar conta mais. Sente que precisa se esforçar bem mais para organizar, listar, executar, lembrar, transicionar entre as funções de diferentes áreas da vida.

Ir na academia, estudar, controlar as finanças, planejar o futuro, cuidar da casa, do cabelo, de filhos, de pais, encontrar com as amigas, do relacionamento.... se sente exausta, e trava em pequenas coisas antes mesmo de começar.

Aos 43, o sistema cansou. Não por falta de inteligência ou capacidade, mas por falta de margem.

O TDAH não nasce na menopausa, mas a transição neuro-endócrina acrescenta outras camadas, e o que vinha compensado, ou mascarado ao longo dos anos, pode se revelar.

Mas nem tudo é TDAH.

E também não dá para colocar a culpa de tudo nos hormônios.

Por isso na avaliação da mulher que sente que “a cabeça não está funcionando” após os 40 deve ir além.

E essa é uma janela de oportunidade especial, seja para o diagnóstico do TDAH, mas também para o cuidado da saúde cerebral.

Conhece alguém que “sempre foi assim” e agora não dá mais conta? Manda esse post pra ela.

Salva esse post antes de concluir que “só pode ser TDAH”. Ele vai te ajudar na sua próxima consulta.Depois dos 40, muita...
09/10/2026

Salva esse post antes de concluir que “só pode ser TDAH”. Ele vai te ajudar na sua próxima consulta.

Depois dos 40, muitas mulheres sentem a atenção piorar, e a culpa cai direto no “TDAH”. E aqui eu já te digo, nem sempre é ele...

Perimenopausa, sono fragmentado e excesso de demandas produzem os mesmos sintomas. Mas também podem agravar, ou revelar, um TDAH que já existia, mas foi sendo administrado ao longo do tempo.

3 coisas para observar até sua consulta que ajudam a montar esse quebra-cabeça:

Anote o que mudou nos últimos 12 meses: ciclo, sono, cafeína, medicação, humor, demandas.

Analise desde quando está se sentindo diferente, e em quais atividades percebe maior dificuldade.

Olhe para a infância e como você funcionou ao longo da vida, na escola, trabalho e relações sociais.
Leve esse registro para a consulta, essa linha do tempo vale muito.

Antes de medicar, vem o avaliar, das várias camadas, complexidade e beleza de cada mulher e sua história única.

07/10/2026

Salva esse vídeo e manda para quem está com medo de tomar estimulante e atrapalhar o sono.

No TDAH, o metilfenidato pode fazer o oposto do que se espera. Ele organiza o dia, encerra as tarefas antes da madrugada e reduz o hiperfoco noturno. Resultado: menos caos mantendo a pessoa acordada.

Mas isso depende de diagnóstico correto, medicação certa, formulação, horário e rotina. Desalinhados, eles atrapalham o sono de verdade.

A pergunta que importa: o remédio está prolongando o alerta ou reduzindo o caos?

Tratamento de TDAH não é receita pronta. É personalizado e acompanhado de perto.

Bons sonhos.

Mais um livro sendo lançado hoje, no Congresso Mundial de Menopausa!  A primeira obra no mundo que reúne as evidências s...
30/09/2026

Mais um livro sendo lançado hoje, no Congresso Mundial de Menopausa!
A primeira obra no mundo que reúne as evidências sobre a Medicina do Estilo de Vida na perimenopausa, de forma prática e estruturada, construída a muitas mãos sob a coordenação da Vanessa Engelmann e Dra. Fabiane Braga - Cardiologista, pela Editora MEVBooks , instrumentalizando os profissionais da saúde para mudança de paradigma do cuidado nessa fase da vida, que vai muito além dos hormônios.
A Menopausa acontece também no cérebro, afeta a memória, disposição, humor e o sono.
Foi sobre isso , como a transição hormonal afeta a memória e o sono, e como podemos com a Medicina do Estilo de Vida estruturar um cuidado longitudinal que protege o cérebro e melhora a qualidade de vida das mulheres, que escrevi os capítulos sobre avaliação do sono e insônia (a quatro mãos com meu amigo, professor e dupla do sono Gleison Guimarães: SONO, RESPIRAÇÃO e ESTILO DE VIDA ), e sobre cognição.

Esquecimento não é sinônimo de Alzheimer. Mas também não deve ser banalizado quando começa a mudar a rotina. Neste mês, ...
29/09/2026

Esquecimento não é sinônimo de Alzheimer. Mas também não deve ser banalizado quando começa a mudar a rotina.

Neste mês, em que o Alzheimer ganha atenção especial, vale observar menos um lapso isolado e mais o padrão: o que mudou, há quanto tempo e quanto isso começou a interferir na autonomia, na vida.

Diagnóstico começa com história bem contada. E quanto mais cedo uma mudança cognitiva é investigada, mais cedo conseguimos agir.

Salva para não esquecer.
Se percebe em você, ou em alguém próximo, essas alterações, busque ajuda.

25/09/2026

Você precisa levantar da cama para aliviar as pernas? 🦵
Nem toda inquietação à noite é ansiedade. Quando essa sensação aparece ao deitar, principalmente à noite, e melhora ao se movimentar, vale investigar a síndrome das pernas inquietas.
Conhece alguém que não para de se mexer antes de dormir?
Que você tenha uma noite tranquila e bons sonhos. ✨

Nem todo sono excessivo é só cansaço. E nem todo incômodo nas pernas é “normal”.Nesta semana, o olhar se volta para duas...
24/09/2026

Nem todo sono excessivo é só cansaço. E nem todo incômodo nas pernas é “normal”.

Nesta semana, o olhar se volta para duas condições ainda muito subdiagnosticadas: narcolepsia e síndrome das pernas inquietas.

Elas são diferentes, mas têm algo em comum: sintomas que muitas vezes são minimizados, confundidos ou tratados tarde demais.

Observar quando acontece, o que piora e o que melhora pode fazer toda a diferença na investigação.

Salve este carrossel e compartilhe com alguém que pode reconhecer esses sinais.

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