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🧠 Cuidado integral para famílias que buscam clareza e segurança
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Nem todo esquecimento é Alzheimer. Mas também não devemos chamar de “normal da idade” aquilo que começa a interferir na ...
25/09/2026

Nem todo esquecimento é Alzheimer. Mas também não devemos chamar de “normal da idade” aquilo que começa a interferir na vida cotidiana.

Neste caso, o paciente ainda dirigia e treinava musculação 5 vezes por semana. Mas já esquecia contas, repetia perguntas e se perdia em lugares conhecidos.

O teste cognitivo mostrou alteração de memória, mas o diagnóstico não se baseou apenas em uma pontuação.

A evolução dos sintomas, a funcionalidade, o humor e a investigação de outras possíveis causas fizeram parte do raciocínio clínico.

Porque suspeitar de Alzheimer é diferente de confirmar Alzheimer.

E investigar demência não é apenas dar um nome à doença. É entender o que mudou na vida do paciente e como podemos preservar sua autonomia pelo maior tempo possível.

Salve e compartilhe com alguém que precisa saber disso.

💜 Setembro Lilás: cuidar do coração também é cuidar do cérebro.O que é demência Vascular? Você sabia que a saúde cardiov...
23/09/2026

💜 Setembro Lilás: cuidar do coração também é cuidar do cérebro.

O que é demência Vascular?

Você sabia que a saúde cardiovascular está diretamente relacionada ao risco de desenvolver demência?

Hipertensão, diabetes, colesterol elevado e outras condições que afetam os vasos sanguíneos podem comprometer a saúde cerebral ao longo dos anos.

Mas qual é essa relação? E o que podemos fazer para proteger o cérebro e envelhecer com mais saúde?

Nesta quinta-feira (24/09), às 20h, estarei ao lado da Dra. Marjory Agustini, médica cardiologista, para uma conversa sobre demência vascular, saúde cardiovascular e prevenção.

🧠❤️ Uma oportunidade para entender como o cuidado com o coração pode fazer parte da proteção da nossa saúde cerebral.

📅 Quinta-feira | 24 de setembro
⏰ 20h
📍 Ao vivo pelo Instagram

Envie este post para alguém que precisa entender melhor essa relação e participe da nossa conversa!

💜 Setembro Lilás: falar sobre demência também é falar sobre tudo o que acontece dentro de casa.Quando uma família conviv...
22/09/2026

💜 Setembro Lilás: falar sobre demência também é falar sobre tudo o que acontece dentro de casa.
Quando uma família convive com a demência, as mudanças vão muito além da memória. A rotina se transforma, os papéis familiares mudam e surgem desafios que nem sempre são compartilhados.
Mas o que ninguém conta para a família?
Na próxima quarta-feira (23/09), às 20h, estarei ao lado da jornalista, palestrante e escritora Carine Tavares, autora do livro “Eu sei quem ele é”, para uma conversa sincera sobre os desafios de viver com a demência dentro de casa.
Uma conversa sobre as mudanças na rotina, os desafios dos familiares e cuidadores e tudo aquilo que muitas vezes f**a escondido por trás do diagnóstico.
Porque cuidar de uma pessoa com demência também é cuidar de quem cuida. E informação, acolhimento e conhecimento fazem parte desse caminho. 🧠💜
📅 23 de setembro | Quarta-feira | 20h
Ative o lembrete e participe da nossa live!

21/09/2026

Esquecer não é sempre uma parte normal do envelhecimento. Quando a perda de memória começa a interferir na rotina, nas relações e na autonomia, é importante investigar.
Neste Dia Mundial e Nacional de Conscientização sobre a Doença de Alzheimer, minha mensagem é clara: não normalize o esquecimento. Investigue. Cuide. Diagnostique.
O diagnóstico precoce permite compreender o que está acontecendo, planejar os cuidados e oferecer mais qualidade de vida à pessoa e à sua família.
Cuidar de quem envelhece também é reconhecer os sinais e não deixar para depois o que merece atenção hoje.

💜 Setembro Lilás: um mês para ampliar a conscientização sobre a doença de Alzheimer e as demências.Cuidar de uma pessoa ...
17/09/2026

💜 Setembro Lilás: um mês para ampliar a conscientização sobre a doença de Alzheimer e as demências.
Cuidar de uma pessoa com demência vai muito além dos medicamentos. As mudanças de comportamento exigem escuta, investigação, estratégias e um olhar individualizado.
Por isso, na próxima segunda-feira (21/09), às 20h, estarei ao lado da terapeuta ocupacional Kellfily Nascimento para uma conversa sobre comportamento e demência: o que podemos fazer antes de pensar exclusivamente em remédios?
Uma conversa para familiares, cuidadores e todos que acreditam em um cuidado mais humano, seguro e baseado em conhecimento. 🧠💜
Ative o lembrete e participe da nossa live!

Uma ressonância com lesões vasculares não signif**a, necessariamente, demência vascular.Neste caso, a imagem mostrava do...
16/09/2026

Uma ressonância com lesões vasculares não signif**a, necessariamente, demência vascular.

Neste caso, a imagem mostrava doença vascular, mas a história clínica apontava para uma perda de memória progressiva, compatível com doença de Alzheimer.

Foi preciso ir além da imagem. Os biomarcadores, associados à história clínica, ajudaram a esclarecer a etiologia.

E ainda havia ansiedade, dor, alterações do sono e dificuldades com as medicações — fatores que também poderiam piorar a cognição e a funcionalidade.

Na demência, o diagnóstico não está em um único exame. Está na integração de toda a história.

Eu não trato uma ressonância.
Eu trato uma pessoa.

Salve e compartilhe com quem precisa entender isso.

Nem toda memória precisa de uma fotografia.Algumas f**am nos lugares, nas pessoas, nos cheiros, nos encontros e na sensa...
15/09/2026

Nem toda memória precisa de uma fotografia.

Algumas f**am nos lugares, nas pessoas, nos cheiros, nos encontros e na sensação de ter vivido aquele momento por inteiro.

Alguns dias no Rio para descansar, desconectar e, principalmente, viver o presente. Isso também faz parte do cuidado com o outro!

Agitação, agressividade, resistência ao banho, gritos ou inquietação em uma pessoa com demência não aparecem “do nada”.M...
14/09/2026

Agitação, agressividade, resistência ao banho, gritos ou inquietação em uma pessoa com demência não aparecem “do nada”.

Muitas vezes, esse comportamento é uma forma de comunicar alguma necessidade — especialmente quando a pessoa já tem dificuldade para expressá-la por meio da linguagem.

É justamente essa a lógica do DICE Approach:

🔎 D — Descreva: o que realmente está acontecendo? Em que situação?
🧠 I — Investigue: quais fatores podem estar contribuindo para esse comportamento?
💡 C — Crie: que mudanças no ambiente, na rotina ou na abordagem podem ajudar?
📊 E — Avalie: a estratégia funcionou? Se não, é hora de investigar novamente.

Dor, constipação, infecções, efeitos de medicamentos, alterações do sono, excesso de estímulos, medo, frustração e dificuldades de comunicação podem estar por trás de uma mudança comportamental.

E um ponto importante: uma alteração súbita do comportamento merece investigação clínica, porque pode ser o primeiro sinal de um problema agudo.

Na demência, nem sempre a primeira resposta deve ser “qual medicamento usar?”.

Antes, precisamos perguntar:

“O que esse comportamento está tentando nos dizer?”

Salve este post para consultar quando precisar e compartilhe com alguém que cuida de uma pessoa com demência.

11/09/2026

Em pacientes com demência, nem toda agitação precisa ser tratada com antipsicóticos — e, quando eles são necessários, a dose importa.

Em doses altas, esses medicamentos podem aumentar o risco de efeitos adversos como:
• sonolência e redução da atenção
• piora do equilíbrio e maior risco de quedas
• rigidez e lentif**ação dos movimentos
• alterações da pressão arterial
• piora da funcionalidade e da cognição
• maior risco de eventos cerebrovasculares e mortalidade em alguns pacientes

Isso não signif**a que antipsicóticos nunca devam ser usados. Em determinadas situações, eles podem ser necessários e trazer benefícios.

A questão é: qual é o sintoma que estamos tratando, qual o risco e qual a menor dose capaz de ajudar?

Na demência, prescrever também é saber quando reduzir, quando suspender e quando procurar outra causa para a mudança de comportamento.

Mais medicamento nem sempre signif**a melhor cuidado. Às vezes, signif**a que precisamos investigar melhor.

Se você cuida de alguém com demência, compartilhe este vídeo com quem também precisa saber disso.

Visitar alguém com demência também exige alguns “bons modos”.Porque, muitas vezes, a pessoa pode não lembrar o seu nome,...
09/09/2026

Visitar alguém com demência também exige alguns “bons modos”.

Porque, muitas vezes, a pessoa pode não lembrar o seu nome, não reconhecer exatamente quem você é ou repetir a mesma pergunta várias vezes.

Mas isso não signif**a que ela deixou de perceber como você a trata.

Ela pode não guardar a conversa na memória, mas pode sentir acolhimento, impaciência, carinho ou indiferença.

Por isso, quando estiver diante de alguém com demência:

→ Apresente-se sem constranger.
→ Fale diretamente com ela.
→ Evite corrigi-la o tempo todo.
→ Dê tempo para que ela responda.
→ Tenha paciência com as repetições.
→ E, principalmente, preserve sua dignidade.

A demência pode mudar a memória. Não muda o valor daquela pessoa.

Salve este post para lembrar na próxima visita e compartilhe com alguém que convive com uma pessoa com demência.

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Limeira, SP

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