25/09/2026
Nem todo esquecimento é Alzheimer. Mas também não devemos chamar de “normal da idade” aquilo que começa a interferir na vida cotidiana.
Neste caso, o paciente ainda dirigia e treinava musculação 5 vezes por semana. Mas já esquecia contas, repetia perguntas e se perdia em lugares conhecidos.
O teste cognitivo mostrou alteração de memória, mas o diagnóstico não se baseou apenas em uma pontuação.
A evolução dos sintomas, a funcionalidade, o humor e a investigação de outras possíveis causas fizeram parte do raciocínio clínico.
Porque suspeitar de Alzheimer é diferente de confirmar Alzheimer.
E investigar demência não é apenas dar um nome à doença. É entender o que mudou na vida do paciente e como podemos preservar sua autonomia pelo maior tempo possível.
Salve e compartilhe com alguém que precisa saber disso.