16/10/2026
“Eu como praticamente igual. Por que meu colesterol mudou?”
Essa pergunta é comum na transição menopausal. A resposta não cabe em um único hormônio nem em um único exame. Nessa fase, mudanças hormonais se somam ao envelhecimento, à composição corporal e à saúde metabólica — fatores que podem alterar o perfil de risco cardiovascular.
Por isso, olhar apenas para o colesterol total pode ser simplista. A interpretação precisa considerar o conjunto: frações lipídicas, pressão, glicemia, histórico familiar, hábitos, massa muscular, gordura visceral e outros marcadores quando pertinentes.
A menopausa não deve ser tratada como sentença. Ela pode ser um excelente momento para revisar prevenção de forma mais precisa.
Quando foi a última vez que você avaliou seu risco cardiovascular de forma completa?