Adriana Faro

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Adriana Faro 👩🏼‍⚕️Nutróloga e Ginecologista
👩🏼‍🍳Natural Chef pela NOS Escola
📚Pós-graduanda Med Integrativa PUC Rio
👩🏼‍⚕️Embaixadora
📍Petrópolis-RJ

A testosterona não é só hormônio masculino. É o hormônio mais abundante no corpo da mulher durante toda a vida reproduti...
26/10/2026

A testosterona não é só hormônio masculino. É o hormônio mais abundante no corpo da mulher durante toda a vida reprodutiva e começa a cair antes mesmo da menopausa.

Com essa queda vêm sintomas que raramente são associados ao hormônio: libido reduzida, cansaço sem causa, perda de força, dificuldade de concentração, menor sensação de bem-estar. Tudo isso pode ter raiz na testosterona e raramente é investigado.

A testosterona é usada off-label para mulheres na menopausa, sem formulação específica aprovada pela Anvisa para esse público. A indicação com maior respaldo científico é o transtorno do desejo sexual hipoativo — TDSH. Para os demais benefícios, a avaliação precisa ser individualizada, com monitoramento dos níveis e dos efeitos colaterais.

Mas antes de qualquer prescrição hormonal, o estilo de vida é onde tudo começa.

Testosterona não substitui estilo de vida.

Você sabia que a testosterona também é um hormônio feminino? Me conta nos comentários. 👇

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Fonte: Medscape Noticias Médicas, out/2026. Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada.

A resposta que eu dou no consultório quase sempre surpreende.Não é a dieta perfeita. Não é a academia. Não é o suplement...
23/10/2026

A resposta que eu dou no consultório quase sempre surpreende.

Não é a dieta perfeita. Não é a academia. Não é o suplemento da moda.

O primeiro passo é se observar.

Perceber como você acorda, como dorme, como se sente depois das refeições. Entender o que te dá energia, o que te esgota e em quais momentos do dia você realmente se sente bem.

A medicina do estilo de vida começa justamente aí: no autoconhecimento. Antes de mudar qualquer hábito, é preciso aprender a ouvir os sinais que o próprio corpo dá todos os dias.

Nenhuma estratégia funciona de forma sustentável sem essa base. A melhor alimentação não gera resultados duradouros quando você ainda não entende como seu corpo reage aos alimentos. O mesmo vale para o exercício físico, que vai muito além da estética e impacta diretamente o humor, o sono e a disposição.

Por isso, observar é o começo de tudo. É onde nasce o cuidado de verdade.

No consultório, esse é sempre o primeiro passo: entender você, sua história, sua rotina e sua biologia antes de pensar em qualquer recomendação.

💬 E você, qual sinal do seu corpo tem chamado mais a sua atenção ultimamente? Me conte nos comentários.

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Você já conheceu uma mulher que parece mais jovem do que a idade que tem? Ou sentiu que o seu corpo está envelhecendo ma...
22/10/2026

Você já conheceu uma mulher que parece mais jovem do que a idade que tem? Ou sentiu que o seu corpo está envelhecendo mais rápido do que gostaria?

A ciência chama isso de idade biológica, que nem sempre acompanha a idade do calendário.

Uma revisão recente mostrou que a alimentação influencia diretamente esse processo. Um ponto que chamou minha atenção foi a relação entre a desnutrição e o envelhecimento acelerado. E isso é mais comum do que parece: muitas mulheres passaram anos fazendo dietas restritivas, pulando refeições e consumindo pouca proteína.

Depois dos 40, com a perimenopausa e a menopausa, preservar massa muscular, reduzir inflamação e nutrir o corpo adequadamente passa a ser ainda mais importante. Comer bem deixa de ser apenas uma questão de peso e se torna um investimento na saúde futura.

Mas não existe fórmula pronta. Cada organismo responde de uma forma. Por isso, na minha prática, associo nutrologia e medicina de precisão para olhar além dos sintomas e considerar exames, rotina, histórico e individualidade.

Envelhecer é inevitável. Como envelhecemos, em parte, é uma construção diária.

💬 Comente IDADE se quer que eu fale mais sobre os relógios biológicos.
💾 Salve para ler novamente.

Dra. Adriana Faro Gulias

Que horas você jantou ontem? 🕗Essa é uma pergunta que faço no consultório com mais frequência do que você imagina.Na cor...
21/10/2026

Que horas você jantou ontem? 🕗

Essa é uma pergunta que faço no consultório com mais frequência do que você imagina.

Na correria entre trabalho, casa, filhos e tantas responsabilidades, muitas mulheres acabam fazendo a primeira refeição tranquila do dia só à noite. E, depois do jantar, aqueles "belisquinhos" que parecem inofensivos muitas vezes entram na rotina sem nem serem percebidos.

Hoje, quero compartilhar um estudo que fala sobre o nosso relógio biológico. Aqui, quero trazer essa discussão para a vida real.

Gosto de lembrar que o nosso corpo funciona de forma integrada. O horário em que você come influencia seu sono e seu sono influencia sua fome no dia seguinte. E tudo isso impacta sua energia, disposição, humor e até suas escolhas ao longo do dia.

Na perimenopausa e na menopausa, fases em que o metabolismo e o sono já passam por tantas mudanças, percebo que pequenos ajustes na rotina podem fazer uma diferença importante para muitas pacientes.

E não precisa começar mudando tudo de uma vez. Talvez você possa antecipar o jantar em 30 minutos, tomar alguns minutos de sol pela manhã ou tentar manter horários mais regulares para dormir. São hábitos simples, possíveis e sustentáveis. E, com o tempo, eles se acumulam.

Antes de seguir qualquer protocolo de jejum que apareceu nas redes sociais, converse com seu médico. O melhor horário para comer não é igual para todo mundo. Ele precisa considerar sua rotina, seus exames, seus sintomas e a sua história.

📤 Compartilhe com aquela amiga que sempre acaba jantando às 22h.

Dra. Adriana Faro Gulias

“Eu como o mesmo que antes, mas sinto mais fome.”“Agora não consigo ficar sem um doce.”Escuto essas frases no consultóri...
20/10/2026

“Eu como o mesmo que antes, mas sinto mais fome.”
“Agora não consigo ficar sem um doce.”

Escuto essas frases no consultório toda semana, quase sempre acompanhadas de culpa.

Uma revisão científica publicada este ano reuniu o que se sabe sobre o apetite na menopausa. A queda do estrogênio mexe diretamente nos mecanismos que controlam a fome, a saciedade e a vontade de comer certos alimentos. Na perimenopausa, quando os hormônios oscilam, algumas mulheres também ficam mais vulneráveis à compulsão e ao comer emocional.

Entender isso tira um peso enorme das costas. E abre espaço para um cuidado com estratégia.

Cada mulher responde de um jeito a essa fase. Por isso, no consultório, eu olho para a sua história, os seus exames, o seu sono e a sua rotina antes de definir qualquer caminho.

💬 Comente FOME se você se reconheceu.
💾 Salve para reler quando a culpa aparecer.
📤 Envie para uma amiga que está passando por isso.

Dra. Adriana Faro



Fonte: DOI: 10.3390/ijms27198538

Quando falamos em envelhecer bem, quase sempre pensamos em ossos, músculos e coração. Mas tem um órgão que raramente ent...
19/10/2026

Quando falamos em envelhecer bem, quase sempre pensamos em ossos, músculos e coração. Mas tem um órgão que raramente entra nessa conversa: o intestino.

Um estudo publicado este ano na revista Nature Communications acompanhou mais de 2 mil mulheres entre 75 e 80 anos por quase 8 anos. Os pesquisadores observaram que as mulheres mais frágeis, ou seja, com menos força, caminhada mais lenta e mais problemas de saúde, tinham uma microbiota menos variada e menos bactérias protetoras.

E essa fragilidade não é um detalhe: ela esteve associada a mais quedas, mais fraturas de quadril e menor longevidade.

Mas afinal, qual é a conexão?
Algumas bactérias do intestino produzem substâncias que ajudam a manter a inflamação sob controle. Quando essas bactérias diminuem, o corpo pode ficar mais exposto e vulnerável. Essa é uma das hipóteses levantadas pelos pesquisadores para explicar essa relação.

⚠️ Ainda não sabemos se a microbiota muda antes da fragilidade ou por causa dela. Também não há um probiótico mágico que resolva isso.

O que sabemos é que a microbiota é construída todos os dias, com as nossas escolhas:
🥦 variedade no prato
🌾 fibras
💊 uso consciente de antibióticos
🚶🏻‍♀️ movimento, sono de qualidade e menos estresse

Na minha prática, olhar para o intestino faz parte de olhar para a mulher por inteiro. Porque envelhecer com força, autonomia e qualidade de vida não depende de um único fator. É uma construção, e ela começa muito antes dos 75 anos.

💬 Você já tinha pensado no intestino como parte do cuidado com a longevidade?
Compartilhe com quem você quer ver envelhecendo bem.

Dra. Adriana Faro Gulias


Fonte: doi: 10.1038/s41467-026-75176-5

Tem sonho que mora anos no papel.E tem sonho que vira papel, capa e páginas. Esse aqui saiu do caderno de ideias e chego...
16/10/2026

Tem sonho que mora anos no papel.
E tem sonho que vira papel, capa e páginas.

Esse aqui saiu do caderno de ideias e chegou às minhas mãos: o livro Menopausa: Prática e Medicina do Estilo de Vida.

Quando a menopausa chega, o corpo muda, a vida muda, a mente muda. Nesse momento, a mulher quer encontrar alguém que cuide, escute, acolha e ajude a restaurar tudo isso nela.

Sei que essa travessia não é fácil nem simples. Por isso, com esse livro, queremos que o caminho seja mais leve, oferecendo ferramentas para o florescer de uma nova mulher.

Ainda me emociono ao ver esse projeto lindo da e da , com o apoio da e da , se tornar realidade. Sou muito grata por fazer parte dele.

E hoje fico pensando: quantos sonhos a gente guarda na gaveta esperando o “momento certo”? Muitas mulheres chegam à menopausa achando que essa fase é um ponto final. Eu vejo como um novo capítulo, e um capítulo ainda tem muitas páginas para escrever.

Por aqui, sigo tirando sonhos do papel. Um de cada vez.

💬 E você? Qual sonho ainda está no papel esperando a sua coragem? Me conta nos comentários. Quero torcer por ele também.

Você percebeu que suas unhas lascam com mais facilidade, ficaram mais finas ou ganharam aquelas linhas verticais? Talvez...
15/10/2026

Você percebeu que suas unhas lascam com mais facilidade, ficaram mais finas ou ganharam aquelas linhas verticais? Talvez tenha pensado que era o detergente, o esmalte ou “coisa da idade”.

Pode ser tudo isso. Mas pode ser também o seu corpo contando que está em transição.

Unhas quebradiças são comuns após os 50. Em estudo com 1.500 mulheres na peri e pós-menopausa, 40% relataram unhas mais frágeis e 24% mais finas. Muitas disseram que isso afetou não só a aparência, mas também a confiança e a autoestima.

A unha é formada por camadas de queratina ligadas por água e gordura. Com o passar dos anos, especialmente após a menopausa, essa gordura diminui e o “cimento” entre as camadas enfraquece. O resultado são unhas mais secas, finas e fáceis de lascar. Além disso, o crescimento também desacelera com a idade.

🩺 Ela pode ser um sinal de algo que vale investigar:

☑ferro e ferritina baixos
☑alterações da tireoide
☑alimentação com pouca proteína
☑exposição frequente à água e a produtos de limpeza

Um exemplo: unhas que afundam no centro, em formato de colher, podem indicar anemia ou alteração da tireoide. Por isso não começo pela vitamina da moda. Começo pela sua história e pelos seus exames.

⚠️ Atenção: A biotina, popular para “unhas”, tem evidência limitada. Em doses altas, pode alterar exames de sangue, inclusive da tireoide. Se usa, avise seu médico antes da coleta.

🚩 Procure avaliação se notar:

☑uma faixa marrom ou preta nova, ou que está aumentando. Na maioria das vezes é benigna, mas precisa ser examinada
☑unhas que afundam no centro, em formato de colher
☑mudança de cor sem explicação
☑unha se descolando, dor ou inchaço ao redor

Cuidar da saúde é mais do que controlar números. É prestar atenção nos sinais que o corpo dá todos os dias, inclusive nos pequenos.

💬 Me conta: você percebeu alguma mudança nas suas unhas nos últimos anos?
💾 Salve para lembrar dos cuidados.



📚Fonte: doi.org/10.1093/bjd/ljag086.300 / DOI.10.1007/s13555-019-00338-x / Gurarie M. Como suas unhas mudam com a idade, e o que é normal. Health.com, revisão clínica de Susan Bard, 21/09/2026

Você pode estar fazendo tudo certo pelo cálcio e pela vitamina D, e ainda assim deixando uma peça de fora. Um estudo rec...
14/10/2026

Você pode estar fazendo tudo certo pelo cálcio e pela vitamina D, e ainda assim deixando uma peça de fora.

Um estudo recente com mais de 230 mil adultos acima dos 50 anos encontrou mais fraturas, mais quedas e mais osteoporose entre quem tinha deficiência de vitamina B12. E isso ganha ainda mais peso na menopausa, quando a queda do estrogênio já acelera a perda óssea.

Mas a ciência aqui pede cuidado: o estudo mostra associação, não causa. E níveis altos de B12 também apareceram ligados a fraturas. Por isso, a resposta não é suplementar por conta própria. É investigar, interpretar e personalizar.

No consultório, eu não olho para um exame isolado. Olho para você inteira: seus hormônios, seus nutrientes, sua força, seu equilíbrio e a sua história.

💾 Salve este post e leve para a sua próxima consulta.

💡 Um estudo publicado no The Lancet em agosto de 2026, acompanhou mais de 2 milhões de mulheres e trouxe um alerta que t...
13/10/2026

💡 Um estudo publicado no The Lancet em agosto de 2026, acompanhou mais de 2 milhões de mulheres e trouxe um alerta que toda mulher com diagnóstico de SOMP precisa conhecer:

➡️ O risco de doença cardiovascular é 4,4 vezes maior.
E a idade média das participantes era de apenas 31 anos.

Isso mostra que a SOMP não é só “um problema de ovário”. É uma condição metabólica e endócrina, enraizada na resistência insulínica — que inflama vasos, altera colesterol e compromete a parede das artérias de forma silenciosa, muito antes de qualquer sintoma cardíaco aparecer.

Na era da medicina de precisão, o diagnóstico de SOMP abre uma investigação que vai além do ciclo menstrual:

👉Resistência insulínica

👉Marcadores inflamatórios

👉Perfil lipídico avançado

👉Rastreamento cardiovascular individualizado

Porque cuidar do metabolismo hoje é proteger o coração de amanhã.

Você tem SOMP e nunca investigou sua saúde cardiovascular? Compartilhe nos comentários.

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Fonte: DOI: 10.1016/S3050-5038(26)00090-7

Endereço

Rua Marechal Deodoro, 79/207
Petrópolis, RJ

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