03/09/2026
Eu queria dividir com vocês uma coisa que eu tenho vivido…
Eu estou passando por uma transição.
E, na verdade, acho que não é bem uma mudança… é uma ampliação do meu trabalho.
Depois de tantos anos na Psicologia, eu continuo apaixonada pelo que faço e, principalmente, pelo cuidado com a saúde mental.
Mas eu comecei a sentir vontade de buscar outras formas de trabalhar essas questões.
E foi aí que a argila entrou na minha vida de um jeito muito especial.
Porque quando a gente coloca a mão no barro, a gente desacelera, cria, experimenta, erra, refaz…
E muitas coisas que a gente sente acabam aparecendo nesse processo.
Então, o que eu estou buscando agora é criar grupos terapêuticos usando a argila e as atividades manuais como recursos para trabalhar saúde mental.
E eu quero deixar uma coisa bem clara:
não é um curso de cerâmica.
A proposta não é ensinar a pessoa a fazer uma peça bonita.
A proposta é usar o fazer manual como uma possibilidade de expressão, de autoconhecimento, de conexão… e de cuidado.
A argila é o meio.
Mas o foco continua sendo aquilo que sempre esteve no meu trabalho:
a saúde. A saúde mental.
E eu estou muito feliz de poder experimentar esse novo caminho… sem deixar para trás toda a história que me trouxe até aqui.
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