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miocardio.com.br Sou Dr. André Luiz Mendes Martins, Cirurgião Cardiovascular (CRM-SP 99539 - RQE 81380). Todos os m

O sangue que sai das minhas veias carrega muito mais do que a vida. Carrega histórias, sentimentos, cicatrizes e palavra...
15/10/2026

O sangue que sai das minhas veias carrega muito mais do que a vida. Carrega histórias, sentimentos, cicatrizes e palavras que, muitas vezes, a boca não consegue dizer.

Cada gota é um pedaço de mim. Um fragmento de tudo o que vivi, das batalhas que enfrentei, das dores que escondi e dos sonhos que ainda me mantêm de pé.

Se minhas veias pudessem escrever, talvez o papel não suportasse tanta verdade. Talvez a tinta vermelha revelasse aquilo que o silêncio insiste em esconder.

Porque há sentimentos que não cabem em palavras.
Há dores que não encontram voz.
E há verdades que só o sangue seria capaz de escrever.

Hoje, escrevo com sangue aquilo que a alma já não consegue guardar.

E você? Se pudesse transformar o que sente em palavras de sangue, o que escreveria?

14/10/2026

Quando falamos sobre as principais causas de morte, três temas chamam a atenção: as doenças cardiovasculares, o câncer e a violência.

As doenças cardiovasculares, como o infarto e o AVC, estão entre as principais causas de morte no mundo. O câncer também representa um enorme desafio para a saúde pública. Já a violência interrompe milhares de vidas, muitas vezes de forma precoce e evitável.

Mas existe uma diferença importante: muitas das mortes por doenças cardiovasculares podem ser prevenidas.

Cuidar do coração não é apenas tratar uma doença quando ela aparece. É agir antes que ela aconteça!Você não pode controlar tudo o que acontece na vida. Mas pode começar a cuidar melhor do seu coração hoje. Repost The Welf Journal | Saúde & Wellness

11/10/2026

UMA EXTRAÇÃO DENTÁRIA. UMA VEGETAÇÃO DE 10 CENTÍMETROS. UMA VIDA POR UM FIO.

O que parecia ser apenas uma extração dentária terminou em uma das situações mais dramáticas da cirurgia cardíaca.

Um homem adulto, que foi ao dentista para um procedimento aparentemente simples, acabou diante de uma ameaça devastadora: uma endocardite infecciosa, com uma vegetação de aproximadamente 10 cm na válvula aórtica.

A infecção destruiu a válvula, provocando insuficiência aórtica grave. Mas o problema não parou por aí.

A infecção avançou para as estruturas ao redor da válvula e formou um grande abscesso na via de saída do coração. O coração, submetido a uma sobrecarga extrema, entrou em falência. O paciente chegou em estado crítico, com insuficiência cardíaca severa, precisou ser encaminhado diretamente à UTI e permaneceu sob ventilação mecânica até que pudesse ser levado à cirurgia.

Não havia tempo a perder.

A cirurgia foi realizada em caráter de urgência. Em um coração gravemente comprometido, não se tratava apenas de corrigir uma válvula: era necessário enfrentar uma infecção destrutiva, tratar as lesões e reconstruir estruturas essenciais para que o coração pudesse voltar a funcionar.

E tudo isso em um organismo já profundamente debilitado.

Cirurgias cardíacas realizadas durante uma endocardite ativa estão entre os procedimentos de maior complexidade. O risco é elevado pela instabilidade circulatória, pela destruição dos tecidos, pela possibilidade de extensão da infecção e de embolização, além das complicações que podem comprometer outros órgãos.

Mas, mesmo diante de um cenário tão ameaçador, ainda havia uma possibilidade de salvação.

A equipe enfrentou o desafio, a cirurgia foi realizada e a evolução inicial trouxe uma resposta expressiva. Hoje, o paciente está em recuperação no pós-operatório, iniciando uma nova etapa depois de ter sua vida colocada em risco por uma doença extremamente grave. Continua nos comentários imagens do dr Felipe Tagamori

07/10/2026

E a viagem pela China continuou… 🇨🇳

Depois das paisagens grandiosas de Zhangjiajie, seguimos por lugares que pareciam ter saído de um filme.

Nossa base foi Wulingyuan, uma cidade charmosa, tranquila e cercada por montanhas. Um lugar gostoso de caminhar, experimentar a culinária local e, principalmente, perfeito para explorar os incríveis parques de Zhangjiajie.

Depois, o Grand Canyon de Zhangjiajie. Uma ponte de vidro suspensa a mais de 450 metros de altura permite olhar diretamente para o fundo do cânion. A paisagem é espetacular… mas confesso: dá um frio na barriga! E ainda tivemos a aventura de atravessar o cânion de tirolesa, seguida de uma caminhada acompanhando o curso do rio.

Em seguida, a Caverna do Diabo. Um enorme mundo subterrâneo, com formações naturais iluminadas por projeções que criam um cenário quase surreal. E, para completar, uma travessia de barco pelo interior da caverna.

Mas um dos pontos altos foi Furong: uma antiga cidade construída ao redor de uma enorme cachoeira. Durante o dia, história e tradição. À noite, casas iluminadas, a cachoeira ganhando novas cores e um cenário simplesmente mágico.

E, para encerrar, Xangai.

Uma cidade gigantesca, vibrante e futurista, onde a China milenar encontra arranha-céus, tecnologia e uma arquitetura de tirar o fôlego. Uma verdadeira viagem no tempo, entre o passado e o futuro.

Voltamos para casa com milhares de imagens na memória, muitas histórias para contar e a certeza de que algumas viagens não terminam quando o avião pousa.

Elas continuam dentro da gente.

Férias fazem bem ao coração.
Conhecer o mundo faz bem à alma.

FÉRIAS FAZEM BEM AO CORAÇÃO! E CONHECER O MUNDO FAZ BEM À ALMA!Viajar é desacelerar, renovar as energias, sair da rotina...
05/10/2026

FÉRIAS FAZEM BEM AO CORAÇÃO! E CONHECER O MUNDO FAZ BEM À ALMA!

Viajar é desacelerar, renovar as energias, sair da rotina e voltar com a cabeça cheia de histórias e o coração cheio de boas lembranças!

Recentemente, vivi uma viagem fantástica pela China, um país que superou — e muito — minhas expectativas! Uma combinação surpreendente de sofisticação e simplicidade, tecnologia e tradição, exuberância e humildade. Um verdadeiro looping de emoções e descobertas. A cada cidade, uma China diferente!

CHENGDU, a cidade dos pandas gigantes! Moderna, pulsante e tecnológica, sem perder seus costumes, sua cultura e o charme de seus parques e casas de chá. E os pandas? Simplesmente encantadores!

CHONGQING, uma cidade em outra dimensão! Uma megalópole de arranha-céus, metrô atravessando edifícios, construções históricas e um skyline espetacular. À noite, um show de luzes e drones transforma o céu em um espetáculo inesquecível!

TIANMEN MOUNTAIN – A PORTA DO CÉU! Um arco natural gigantesco, bondinhos monumentais, estradas sinuosas e passarelas suspensas nos paredões. Tivemos até um ingrediente extra: tanta neblina que parecia estarmos literalmente dentro das nuvens! Surreal!

ZHANGJIAJIE – O MUNDO DE AVATAR! Milhares de pilares de arenito, montanhas que parecem flutuar, florestas exuberantes e paisagens de outro planeta. A aventura inclui o impressionante Elevador Bailong, com seus 326 metros, e bondinhos que atravessam cenários de tirar o fôlego. Natureza em estado de espetáculo!

A China é assim: surpreende, impressiona e desafia tudo aquilo que imaginamos conhecer!

Uma viagem de contrastes, descobertas e experiências que ficarão para sempre na memória.

Porque férias não são apenas uma pausa no trabalho. São um investimento na vida, na saúde e nas boas lembranças!

Férias fazem bem ao coração. Viajar alimenta a alma. E o mundo é grande demais para ficar apenas imaginando!

O caminho inverso da trend.Desta vez, não vamos voltar aos anos 80.Vamos fazer o caminho inverso.As duas imagens são de ...
11/09/2026

O caminho inverso da trend.

Desta vez, não vamos voltar aos anos 80.

Vamos fazer o caminho inverso.

As duas imagens são de hoje. Mas representam tecnologias e técnicas que, naquela época, simplesmente não faziam parte da realidade da cirurgia cardíaca.

A revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea.
A cirurgia cardíaca robótica.
A possibilidade de operar com cada vez mais precisão, menor agressão e recursos tecnológicos que ampliam aquilo que as mãos do cirurgião conseguem fazer.

Se alguém nos anos 80 pudesse olhar para uma sala cirúrgica de hoje, provavelmente teria dificuldade para imaginar que aquilo seria possível.

E essa talvez seja uma das coisas mais fascinantes da cirurgia cardíaca: uma especialidade que não parou de evoluir.

Mudaram os equipamentos.
Mudaram as técnicas.
Mudou a forma de enxergar o coração.
Mudou a maneira de operar.

Mas uma coisa continua exatamente igual:

o propósito de cuidar do paciente e salvar vidas.

Do que parecia impossível ontem ao que fazemos hoje, a cirurgia cardíaca continua avançando.

O futuro da cirurgia cardíaca não está tão distante.
Em muitos aspectos, ele já está acontecendo.

31/08/2026

A cirurgia coronária também evolui.

Poucas coisas mudaram de forma tão profunda na cirurgia cardíaca nas últimas décadas. A cirurgia de revascularização do miocárdio é um tratamento consolidado há mais de 50 anos e continua sendo uma das estratégias mais importantes no tratamento da doença coronária.

Mas a medicina não pode parar no que já funciona.

Uma das conquistas mais relevantes da cirurgia coronária contemporânea é a possibilidade de realizar a revascularização sem o uso da circulação extracorpórea (CEC) — a chamada cirurgia sem CEC (off-pump).

Operar o coração batendo exige técnica, planejamento, experiência e uma equipe altamente preparada. Quando bem indicada e realizada com segurança, essa abordagem permite oferecer ao paciente uma alternativa moderna para o tratamento da doença coronária, buscando resultados cada vez melhores e uma recuperação mais adequada.

Mais do que uma mudança de técnica, a cirurgia sem CEC representa a evolução de uma especialidade que, mesmo tendo décadas de história, continua buscando respostas para uma pergunta fundamental:

Como podemos tratar melhor o nosso paciente?

É esse compromisso com inovação, segurança e excelência que move a cirurgia cardíaca para frente.

Se você ou alguém da sua família tem doença coronária e quer entender melhor as opções de tratamento, converse com um cirurgião cardíaco e descubra qual estratégia é mais adequada para o seu caso.

08/08/2026

Será que isso aconteceria aqui no Brasil?

Um vídeo que circula nas redes mostra uma cena impressionante: durante um terremoto no Japão, dentro de uma sala de cirurgia, a maca com o paciente oscila de um lado para o outro enquanto o procedimento está em andamento. Ao redor, a equipe médica se mantém firme. Em meio ao caos, ninguém abandona o campo. Pelo contrário: todos se estabilizam, seguram equipamentos e protegem, acima de tudo, quem não pode reagir — o paciente.

É impossível não se impactar.

Ali não vemos apenas técnica. Vemos compromisso. Vemos coragem. Vemos um senso de responsabilidade que ultrapassa o medo.

E então a pergunta inevitável surge: e nós?

Talvez a resposta esteja mais perto do que imaginamos. No Brasil, existem equipes que enfrentam desafios diferentes, mas igualmente extremos. Profissionais que entram em barcos-hospital e seguem por rios da Amazônia, levando assistência a populações isoladas. Em estruturas limitadas, com recursos escassos, realizam atendimentos, pequenos procedimentos e, acima de tudo, oferecem cuidado onde quase nada chega.

Não há terremotos. Mas há distância. Não há tremores. Mas há incerteza.

E, ainda assim, há presença.

Seja em uma sala cirúrgica que treme ou em um barco que navega por dias, o princípio é o mesmo: quando tudo parece instável, alguém precisa permanecer firme.

Porque, no centro de tudo, existe um paciente confiando.

E isso muda tudo.

E você… ficaria ou sairia?

04/08/2026

Desafios técnicos na cirurgia cardíaca: quando a exposição define o sucesso

Nem sempre o maior desafio está na anastomose em si, mas no caminho até ela. Na cirurgia de revascularização do miocárdio, especialmente ao abordar ramos mais laterais como a artéria marginal esquerda, a exposição adequada do alvo é um dos momentos mais críticos do procedimento.

Para acessar essas regiões, muitas vezes é necessário mobilizar e posicionar o coração de forma que compromete temporariamente a estabilidade hemodinâmica. É um equilíbrio delicado entre visibilidade e segurança. Cada ajuste de posicionamento precisa ser preciso, respeitando os limites fisiológicos do paciente.

Uma boa exposição não apenas facilita o gesto técnico, mas impacta diretamente na qualidade da anastomose, no fluxo do enxerto e, consequentemente, no resultado a longo prazo. É nesses detalhes que a experiência, o planejamento e a leitura intraoperatória fazem diferença.

Cirurgia cardíaca é técnica, mas também é adaptação constante. Cada coração exige uma estratégia, e cada desafio superado representa mais uma oportunidade de devolver fluxo, função e qualidade de vida ao paciente.

Como você enxerga o impacto da exposição no resultado cirúrgico?

Endereço

Vila Mariana, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 12:00 - 19:00
Terça-feira 12:00 - 19:00
Quarta-feira 12:00 - 19:00
Quinta-feira 12:00 - 19:00
Sexta-feira 12:00 - 19:00

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