20/08/2026
Calar o ódio...
Não é de hoje que socialmente a mulher tem um papel secundário.
Um papel reduzido a muitos nada.
Passa o dia a tomar conta da casa e dos filhos, mesmo nas férias, mas isso não é nada.
Cuida da saúde dos filhos e marido (se tiver), às vezes dos pais, sogros e animais domésticos, mas isso não é nada.
Trata da burocracia da escola dos filhos, mas isso não é nada.
Prevê e organiza toda a ementa da semana, fazendo as compras necessárias, mas isso não é nada.
Gerem compromissos familiares, zelam pela harmonia da casa, mas isso não é nada.
E como não faz nada, não é nada.
Esta é a opinião básica de muitos, porque o orgulho fala mais alto, o ser superior é imperativo em síndromes de inferioridade, a inteligência estagna pois ser-se acéfalo é tão mais fácil.
Já muitos jovens estão "vendidos" a esta ideia de superioridade /inferioridade e assumem papéis de bestas, a antiga definição de animais não pensantes, que estou convencida que aqui faz sentido usar.
Calemos as bestas.