03/11/2026
Avaliar o movimento humano não é procurar erros, limitações ou desvios daquilo que foi idealizado como “perfeito”.
Durante muito tempo, olhou-se para a avaliação como um processo para encontrar o que está “errado” na pessoa.
Mas quando nos limitamos a seguir um protocolo rígido, acabamos por limitar a capacidade real de movimento dessa pessoa.
A verdadeira mudança de paradigma está aqui:
Deixar de procurar o erro e passar a compreender como a pessoa se organiza, se adapta e descobre novas soluções de movimento.
Um protocolo tem a sua utilidade, mas o corpo é um sistema adaptativo… não uma máquina com regras fixas. Avaliar é observar variabilidade, capacidade e autonomia no seu próprio contexto.
Como é que avalias o movimento no teu dia a dia e o das pessoas que acompanhas?👇