21/10/2026
EXERCÍCIO E SAÚDE
Há evidências e consenso sobre a importância de exercícios pela saúde. O maior benefício ocorre quando pessoas sedentárias começam a se movimentar, mesmo que em tempo e ou intensidade em valores inferiores às metas objetivadas.
Recomendam-se 150–300 minutos semanais de atividade aeróbica moderada ou 75–150 minutos de atividade vigorosa, ou combinação equivalente, e fortalecimento muscular em dois a três dias por semana. Equilíbrio e treino funcional são indicados em pelo menos três dias semanais para pessoas com fragilidade, limitações funcionais ou risco de quedas.
Individualizar frequência, intensidade, duração, modalidade e progressão conforme capacidade funcional, sintomas, medicamentos, metas e preferências, sendo portanto fundamental reduzir o tempo sentado.
O teste de esforço não é obrigatório para os assintomáticos; e para os portadores de sintomas, piora clínica e atividade planejada orientam sua indicação. O médico deve encaminhar pneumopatas e coronariopatas elegíveis à reabilitação. Na insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, crônica e estável, considerar reabilitação; na fração de ejeção preservada, há melhora funcional e da qualidade de vida.
Na claudicação por doença arterial periférica, priorizar exercício supervisionado, alternando caminhada e repouso. Na hipertensão, não exercitar com pressão em repouso >200 mmHg sistólica ou >110 mmHg diastólica. Nas doencas respiratórias o médico pneumologista orientará a pratica dos exercícios .
Na obesidade, combinar exercício e alimentação; orientando treino resistido para atenuar a perda de massa magra. Reavaliar capacidade funcional, sintomas e tolerância.